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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Teaser: S.C. Gaúcho - História em Verde e Branco







Confira o Teaser do Documentário Sobre Sport Clube GAÚCHO de Passo Fundo RS Aqui estão apenas alguns dos depoimentos que irão ajudar a contar a história do alviverde!

EM BREVE...

Parabéns a toda a galera envolvida neste trabalho:

Edição e Gravações incríveis da AO Films e do Etson Oliveira.

Produção Especial do Jose Spinelli

Que junto comigo construíram o Roteiro deste documentário.

Agradecimento a Direção do Sport CLUB Gaúcho em especial a figura do presidente Gilmar Rosso.

E todos os outros entrevistados que nos receberam com uma forma carinhosa.
Giba Moraes José Ricardo Attolini Attolini Antonio Augusto Meirelles Duarte Marco Antonio Damian entre outros que quero agradecer enormemente.


E claro a mestre Nadja Hartmann pela orientação.







Cadeiras Grêmio

Cadeiras são instaladas na Arena


Jornal Diário da Manhã

Autor: Kleiton Venhofen Vasconcellos

Casa do Sport Club Gaúcho ganha novas cores com assentos doados pelo Grêmio

A Arena BS Bios, nova casa do Sport Club Gaúcho e que está em fase final de construção, vem ganhando novas cores além dos tradicionais verde e branco. Vindas diretamente de Porto Alegre, onde faziam parte do Estádio Olímpico, cerca de mil cadeiras doadas pelo Grêmio estão sendo instaladas no novo lar do Alviverde.

No primeiro momento, chegaram quase 700 cadeiras – a maioria delas já foi colocada na arquibancada da Arena BS Bios. E, para homenagear o Tricolor da Capital, os assentos não são pintados nas cores do SC Gaúcho.

“Achamos por bem que as cadeiras tivessem as cores azul e branco do Grêmio” explicou o presidente do Alviverde, Gilmar Rosso.

A nova arquibancada da Arena terá capacidade superior a 5 mil lugares. Destes, mil serão verde e branco (localizadas em posição central na arquibancada, são as mesmas que eram utilizadas no antigo Estádio Wolmar Salton) e outras mil mantém a cor azul e branco (e localizadas ao redor das verdes).





A instalação total dos assentos deve ser concluída em uma semana.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Quase


Novo estádio do Gaúcho de Passo Fundo está quase pronto

Torcedores estão ansiosos pela nova casa do clube.


Gaúcho No Gobo Esporte -     RBSTV  - Vídeo   https://t.co/A2qOfV8Rd2

sábado, 5 de setembro de 2015

BSBios Gerando Emprego e Renda

Indústria muda matriz econômica do município

A BSBIOS é a principal responsável por esta transformação, elevando Passo Fundo a 6ª potência econômica do Estado

Créditos: Divulgação
Indústria muda matriz econômica do município




















O processo de industrialização de Passo Fundo mudou a matriz econômica do município. Os resultados têm garantido melhor posição no ranking de crescimento no Rio Grande do Sul. Em 2012, Passo Fundo assumiu a 6ª posição no ranking do PIB gaúcho. A taxa de expansão do PIB, no ano medido, foi de 25%. Com a indústria, cresceu acima da média estadual e chegou a uma produção de R$ 6,2 bilhões. Entre as dez maiores potências do Estado, teve a maior variação nominal da VAB industrial, com crescimento de 29% no período. O desenho da mudança da matriz econômica iniciou em 2005, quando a BSBIOS se instalou no município para produzir biodiesel. Hoje, a indústria é a terceira maior produtora do combustível sustentável do Brasil. Para o secretário de desenvolvimento econômico de Passo Fundo, Carlos Eduardo Lopes da Silva, a empresa tem participação fundamental nesses resultados. “A BSBIOS é muito importante para nós. Contribui para que o PIB se eleve, tem um papel fundamental com relação aos artigos tecnológicos, tornou-se uma empresa exportadora, está gerando riquezas para fora, abrindo mercados e ampliando a sua capacidade de negociação. Além de incentivar a produção de canola e a soja, fazendo com que tenhamos uma maior qualificação dos produtores e uma maior valorização dos preços. Tudo isso impacta positivamente na cidade”.
Biodiesel
O país deve fechar o ano como o 2º maior produtor de biodiesel do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Passo Fundo, por sua vez, tem papel importante nessa colocação, com o fornecimento, desde 2007, de quase 1 bilhão de litros. O combustível começou a ser produzido no Brasil em 2005, com a edição do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, em dezembro do ano anterior. O produto era tido como o mercado do futuro, mas sofreu algumas baixas no decorrer dos anos. A partir de 2008, a mistura de biodiesel puro ao óleo diesel passou a ser obrigatória. Começou com uma porcentagem de 2%, ainda em caráter autorizativo, passou para 3% em 2007 e, em 2010, chegou a 5%, valor que não sofreu alteração até o ano passado. Em consequência, a ociosidade das usinas superava os 60% em 2013, pois a capacidade instalada era de 7 bilhões de litros/ano e a produção e o consumo nacional foi de 2,9 bilhões de litros. Isso levou a quase 30 usinas a fecharem suas portas ou suspender as operações. Esse quadro foi alterado em novembro de 2014, quando o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aumentou para 7% o percentual obrigatório de mistura. A mudança deu fôlego ao setor e deve provocar um crescimento significativo em 2015, um aumento de mercado em torno de 40% em relação ao ano passado.
BSBIOS
Em Passo Fundo, a produção do biocombustível teve início em 2007. A BSBIOS tem capacidade para produzir aproximadamente 424,8 milhões de litros de biodiesel/ano. Desde a fundação, a empresa já produziu mais de 937 milhões de litros e a marca de 1 bilhão deve ser atingida até o final do ano. Além dos mais de 500 empregos gerados, o impacto da indústria é sentido na agricultura, beneficiando cerca de quinze mil agricultores familiares, produtores de soja e canola nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. De acordo com o diretor presidente da empresa, Erasmo Carlos Battistella, a relação com os produtores tem duas frentes. “A primeira é um trabalho direto, onde nós compramos a produção, vendemos para eles fertilizantes e defensivos e prestamos assistência técnica, independentemente se o produtor é pequeno, médio ou grande. A segunda forma de trabalho é mais direcionada aos produtores pequenos, de onde vêm 40% da nossa matéria-prima. Esse produtor vende diretamente para nós ou através de cooperativas de toda a região”, explica. Esse impacto econômico e social na produção agrícola primária é positivo para o município. “A vinda da empresa provocou uma valorização na produção agrícola, principalmente da soja, e uma estabilidade maior de preços. Como a gente processa soja e produz biodiesel o ano todo, há uma demanda o ano todo pelo produto. Quando não havia produção de biodiesel, a demanda era mais focada na safra”, pontua Battistella. Em 2008 o Ministério do Desenvolvimento Agrário criou o Selo Combustível Social (SCS), que prevê benefícios fiscais para as usinas que adquirirem matérias-primas da agricultura familiar organizada em cooperativas. Segundo a Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio), um ano após, o SCS se transformou no maior programa de transferência de renda para o homem do campo, com repasses - só na compra das matérias-primas oleaginosas como soja, canola, girassol, algodão e gordura animal - de quase R$ 11 bilhões até o final deste ano. Para o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico de Passo Fundo e diretor do setor indústria da Acisa (Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agronegócio de Passo Fundo), Marcos Cittolin, a vinda da BSBIOS agregou valor a cerca de 10% da soja produzida no Estado. “Todo o seu faturamento, seja no biodiesel, no farelo ou em outro qualquer subproduto é um novo valor na economia local e regional. A inauguração da empresa foi a grande marca da retomada do crescimento industrial, parece que mexeu positivamente com a autoestima da cidade e depois dela muita coisa boa aconteceu em termos de crescimento industrial em Passo Fundo”.
A força da Indústria
Um investimento de cerca de R$ 4 bilhões para gerar mais de 100 mil empregos em 65 usinas em todo o país. O que começou em 2004 hoje reverbera na sociedade de modo positivo. Só em Passo Fundo, o valor adicionado bruto da indústria ao PIB desde 2007, ano de início da produção, aumentou mais de 100%. “Nós conseguimos aumentar o PIB industrial significativamente. Eu acredito que hoje nós somos uma das maiores empresas da região norte do Estado no que diz respeito a faturamento e geração de impostos, tanto federais como estaduais e municipais. Isso tem um impacto significativo para o município”, explica Battistella. Para ele, a indústria tem papel importante no posicionamento de Passo Fundo como um dos maiores potenciais do Rio Grande do Sul. “Colocamos o município dentro de um novo mapa estratégico na produção de biocombustível. Além de, indiretamente, auxiliar no comércio e na prestação de serviços”. A indústria como um todo passou a ter maior importância no PIB de Passo Fundo, aumentando sua representatividade, a partir do ano 1996. Para o economista e professor da Universidade de Passo Fundo, Marco Antonio Montoya, isso mostra um amadurecimento na matriz econômica do município. “A dependência de poucos setores causa muitas crises, fragiliza a economia. A matriz produtiva mudou seu perfil para melhor, os setores serviço e indústria se fortalecem e fortalecem a economia como um todo”.
Farelo de soja
Com a produção realizada a partir do óleo de soja, além do biodiesel é produzido uma grande quantidade de farelo de soja. O desenvolvimento ocorre não apenas no município da usina, mas nas cidades do entorno, que recebem centros de recebimento de grãos, mais próximos dos agricultores. Apenas a BSBIOS possui 17.

Sustentabilidade
O biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis como óleos vegetais e gorduras animais. Estimulados por um catalisador, eles reagem quimicamente com álcool. Existem diferentes espécies de oleaginosas no Brasil que podem ser usadas para produzir o biodiesel. Entre elas estão a mamona, dendê, canola, girassol, amendoim, soja e algodão. Matérias-primas de origem animal, como o sebo bovino e gordura suína, também podem ser utilizadas na fabricação do biodiesel.