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terça-feira, 31 de maio de 2011


30/5/2011

Postado por: Kleiton Vasconcellos

NA BASE

Já que não temos futebol profissional, pelo menos por enquanto, vamos voltando as nossas atenções às categorias de base. Sábado estive no campo da UPF e vi o empate em 1x1 do Gaúcho/ Ernestina com o Paarc, de Santo Ângelo. O Alviverde – e também o Ernestina – têm jogadores interessantes e que daqui a pouco podem vir a ser profissionais. O camisa 7, Bruno, fez um belo gol e conseguiu levar vantagem sobre a marcação. Me pareceu bom jogador

domingo, 29 de maio de 2011


Correio do Povo

Porto Alegre, 29 de Maio de 201






Jornal Esportes 

ANO 116 Nº 238 - PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2011

Até 15 meses sem jogos

FGF planeja proibir que os oito clubes da Segundona rebaixados este ano disputem a Copa FGF

Novelletto alega que se os clubes caíram, é porque a 'situação não era boa'<br /><b>Crédito: </b> ricardo giusti / cp memória
Novelletto alega que se os clubes caíram, é porque a 'situação não era boa'
Crédito: ricardo giusti / cp memória
Uma decisão, ainda não definitiva, do presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Francisco Novelletto, surpreendeu oito clubes do interior do Estado. Aimoré, Atlético Carazinho, Bagé, Garibaldi, Gaúcho de Passo Fundo, Guarany de Bagé, Milan de Júlio de Castilhos e Três Passos, todos rebaixados para a terceira divisão gaúcha em 2012, não poderiam se inscrever na Copa FGF deste ano, que tradicionalmente é disputada no segundo semestre.

"A princípio, a ideia é de que eles (os oito clubes) não joguem. Se foram rebaixados, é porque a situação não é boa. Alguns clubes não têm dinheiro para viajar, vão se endividar mais ainda. É melhor se reestruturarem para o ano que vem. Se eu achar que algum clube tem condições, eu convido para disputar a Copinha", justifica o presidente Novelletto.

A diferença para os anos anteriores é que os clubes não precisavam de convite, jogava a Copa FGF quem quisesse. Se a decisão for confirmada, esses oito clubes ficarão 15 meses inativos, já que a Terceirona 2012 começa no segundo semestre. Times como Garibaldi e Gaúcho de Passo Fundo nem entrariam na Copa da Federação por opção, mas estranharam a atitude da FGF. "Se o clube não tem dinheiro, o problema é dele. O Novelletto deu um ''canetaço'', isso é ditatorial. Cadê o sindicato dos jogadores? Nessa hora, deveria ser o primeiro a questionar a FGF. Acho que o Novelletto precisa rever a decisão, há uma discriminação por parte dele", diz o presidente do Gaúcho, Gilmar Rosso. "Quem deve dizer se vai jogar ou não é o clube", acrescenta. O dirigente chega a fazer uma brincadeira com a situação: "A Copa RS é que nem segurança da família Kennedy, não serve para nada".

Ele ainda afirma estar recebendo ligações de outros clubes tradicionais do Estado propondo a formação de uma Liga.

"Se os clubes acharem isso benéfico para eles, eu vou aplaudir", comenta Novelletto.

O presidente do Grêmio Bagé, Carlos Alberto Ducos, diz que ainda não recebeu uma informação oficial. "O Novelletto é um dos melhores presidentes que a FGF já teve", elogia. "O Bagé não tem nenhuma ação trabalhista, não deve nada para ninguém. Temos boa estrutura e ficar 15 meses parado seria um baque muito grande. Como eu vou me reestruturar se não estiver jogando? Olha a renda que eu vou perder", questiona. "Eu sempre me convidei para a Copa RS, não sabia que esse ano o Novelletto ia convidar os clubes. Acho essa medida ridícula, espero que não seja definitiva. O Bagé quer ser convidado", destaca Ducos.

"Eu já tenho até patrocínio. A decisão causaria muito desemprego. Falei com o Novelletto semana passada e ele disse para ter calma, que ele vai analisar cada situação", conta o presidente do Milan, Márcio Rubin.

O Aimoré dispensou quatro funcionários. "Não disputar a Copa RS até aceito, mas a terceira divisão poderia ser no 1 semestre, ninguém sabia que seria no 2. É um castigo duplo", lamenta o presidente Márcio Pico.

sexta-feira, 27 de maio de 2011


(27/05/2011 -12:19) Gaúcho/Ernestina pronto para estreia na segunda fase do Estadual Sub-17
 

A equipe juvenil do Sport Club Gaúcho/Ernestina Futebol Clube estreia, neste sábado, na segunda fase da Copa FGF Sub-17. Os comandados do técnico Pocho enfrentam o Paarc Sport, de Santo Ângelo, a partir das 15h, no campo da Universidade de Passo Fundo. Será o primeiro desafio alviverde num grupo que ainda reúne Internacional, de Santa Maria, e Associação São Borja.
Diante de um adversário que venceu os dois confrontos entre os times na primeira fase, Pocho terá o desfalque do volante e capitão Chimia, suspenso. Por outro lado, o lateral esquerdo Everton, oriundo do futebol paulista, fará sua estreia.
Na primeira fase, o Gaúcho/Ernestina somou apenas quatro pontos em quatro rodadas, com uma vitória, um empate e duas derrotas. O desempenho, considerado abaixo das expectativas pela direção de futebol, fez com que fossem buscados reforços para a sequência da competição – além de Everton, chegou o meia-atacante Felipe Oliveira, que deve ter condições de jogo na próxima quarta-feira, frente ao Inter, em Santa Maria.
Para encarar o Paarc Sport, o Gaúcho/Ernestina terá: Márcio; Édipo, Piva, Jonas e Everton; Roberto, Marco Aurélio, Bruno e Messi; Anderson e Gabriel



26/5/2011

Postado por: Marco Antonio Damian





HISTÓRIA

Vocês notaram que os jogadores baixinhos estão desaparecendo do futebol? A rigor, nesta brasileirão, apenas Madson, do Atlético Paranaense é o representante da classe. Claro que nem sempre foi assim. Os baixinhos eram muitos, geralmente ponteiros. Possuíam habilidade no trato com a bola, velocidade e coragem. Apanhavam para valer. Valia pontapés, empurrões, socos, dos truculentos laterais e zagueiros. Mas os baixinhos não se intimidavam e partiam com a bola para cima, para dribles e cruzamentos. Lembro de vários. Babá, ponteiro-direito do Juventude e que depois atuou no Grêmio. O ataque tricolor tinha Babá, Joãozinho (outro pequenininho), Alcindo e Volmir. Butiaco brilhou no Riograndense de Santa Maria, Ypiranga e Aimoré. Tinha enorme habilidade e velocidade espantosa. Ambos são falecidos. No futebol de Passo Fundo o mais conhecido foi Mosquito, ponteiro-direito do Gaúcho. Mosquito não tinha muita técnica, era pequenino, porém, forte. Em 1973, numa partida entre Ypiranga x Gaúcho no Colosso da Lagoa, terminou numa briga generalizada. Começou com Daizon Pontes e o goleiro Valdir e se espalhou entre todos os jogadores, dirigentes, reservas e quem tivesse dentro do campo. Exceção do árbitro, bandeirinhas e Mosquito, o único que não foi expulso. Perguntado do por que não se meteu na briga. A resposta foi óbvia. Daquele tamanhozinho não tinha o que fazer no sururu generalizado. Mosquito retornou a Santa Catarina, de onde viera.