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terça-feira, 15 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
100 anos de Nascimento do Patrono Wolmar Salton
Os 100 anos de nascimento do Patrono Wolmar Salton
Sábado, 12/11/2011 por Meirelles Duarte
Numa campanha lançada, no início do ano, pelo programa “Meirelles Duarte” do Canal 20 da NET, vai ter, finalmente, a sua acolhida nesta quarta-feira, dia 16 às 17 horas na abertura da Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores, em seu Grande Expediente, refletindo a homenagem de toda a cidade, aliás das mais merecidas, ao grande líder que foi o Patrono do Gaúcho. Wolmar Salton, este vulto dos meios políticos, esportivos e empresariais, viveria o centenário do seu nascimento. Foi longa a busca das homenagens que o ilustre cidadão faz e fez por merecer. Como fundador do Rotary Passo Fundo, o 1º dos aqui existentes, tivemos o apoio da presidenta que terminou não efetivando a homenagem. Seu sucessor, igualmente contatado por telefone, se entusiasmou e achou dos mais justos o ato em si, mas até agora nada. Os meios empresariais, onde Wolmar Salton foi presidente e um dos mais importantes membros, até agora, nenhuma manifestação possível, na homenagem ao trabalho gigantesco pelo ilustre cidadão, desde os tempos da Associação Comercial, hoje ACISA. Os meios políticos, o seu PMDB que até há pouco ninguém sabia quem o presidia, com quem falar, numa situação quase de insolvência o que redundou em duas fragorosas derrotas nos dois últimos pleitos municipais, sabendo-se que Salton, ao morrer, exercia a sua segunda gestão no Executivo, deixando-o para o seu sucessor Firmino Duro, está em débito não com o grande líder e familiares, mas com a própria entidade, cuja origem vêm dos velhos tempos do PTB de Vargas e de outros líderes nacionais. Hoje, o partido, reorganizado em sua Executiva, poderá ainda reabilitar-se e promover a justiça que a cidade e os correligionários exigem. Ainda há tempo. Na área do esporte onde Wolmar Salton foi o eterno Patrono do Sport Club Gaúcho, apesar do estado falimentar em que vive a agremiação, vítima de maus dirigentes e jurídicos omissos, que deveriam todos estarem presos para pagar por tão grave e destruidor resultado, que causaram a agremiação. Apesar de todas as dificuldades, o presidente Gilmar Rosso promete uma manifestação em memória do grande Patrono que estaria completando 100 anos. Já tive oportunidade de divulgar os grandes momentos vividos pelo nobre líder, filho adotivo de uma Passo Fundo que ele tanto amou, viu nascer todos os seus filhos e netos e que o tempo não conseguirá jogá-lo ao esquecimento, enquanto nós estivermos com os meios de comunicação às mãos, pois tudo que procuramos promover, e a cidade é testemunha presencial do que afirmamos, sempre esteve e estará voltada à promoção da Justiça e o combate à injustiça com todos os detalhes, sem deixar dúvidas no que escrevemos e afirmamos. Estejamos, nesta 4ª feira, às 17 horas, na Câmara de Vereadores, nos associando à homenagem que será de toda a coletividade, eis que partida do poder que a representa, impedindo que uma condenável injustiça se efetivasse
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Futebol do interior gaúcho se afunda
Futebol do interior gaúcho se afunda atrás de MG no cenário nacional
5 de novembro de 2011 | Categorias: Futebol Brasileiro, Futebol Gaúcho, Grêmio, Internacional
Acreditem: em Santiago do Chile estão discutindo o Gauchão 2011! Lamentavelmente, temos outra reunião da Federação Gaúcha de Futebol para discutir o Estadual 2012 no exterior, repetindo o que já aconteceu em outras duas oportunidades, com tudo bancado para os dirigentes dos clubes. Enquanto se vê um mundo de fantasia com a alta cota 650 mil reais de cotas distribuídas aos times do interior do RS, caminhamos para trás no cenário nacional.
Sim, é evidente que Grêmio e Internacional seguem protagonistas no cenário de elite, mas estou falando dos demais times. Caiu para a metade a representatividade do interior gaúcho no cenário nacional.Existe um abismo financeiro entre a Primeira Divisão gaúcha e o resto, brilhantemente analisado por Iuri Müller e Maurício Brum no artigo: Interior gaúcho: os longos caminhos de um futebol sem dinheiro. Em competições nacionais há pouco apoio financeiro para as viagens longas.
No início do ano, fiquei escandalizado com a Série "Los de Abajo" no magnífico "Impedimento.org", em especial com a penúria do Gaúcho de Passo Fundo.
Nesta entrevista ao site Peleia FC, o presidente Novelletto diz: "Eu vou te dar o exemplo de Santa Catarina. Lá são pólos, aqui nós temos Grêmio e Internacional. Em Santa Catarina cada cidade tem seu pólo regional e por isso eles são fortes em séries C e B. Aqui não, eles torcem para o Inter de Porto Alegre e o Grêmio. Você vai a Joinville e lá não tem ninguém torcendo para Avaí e Figueirense. Já aqui tudo flui para lado de Grêmio e Inter, por isso temos dois grande clubes supercampeões mundiais, que por um lado é bom, mas em contra partida, temos um futebol do Interior bastante fraco."
Esta análise está correta, porém parte de uma premissa errada: a comparação não pode ser feita com o futebol catarinense e sim com o futebol mineiro, que também tem 2 grandes clubes de massa no estado dividindo as atençõees. E olha que Minas Gerais é tradicionalmente muito fraco nos clubes do interior, mesmo considerando o América-MG desta maneira.
- Em 2002, quando Novelleto substituiu Emídio Perondi e assumiu a FGF, o RS tinha 3 times na Série A (Grêmio, Internacional e Juventude), 1 na B (Caxias) e 2 na Série C (Brasil de Pelotas e Ulbra).
- Em 2012 terá : 2 times na Série A (Grêmio e Internacional), nenhum na Série B há 5 anos, Caxias na Série C.
- Em 2002, MG tinha 2 times na Série A (Atlético-MG e Cruzeiro), 1 na Série B (América-MG) e 2 na Série C (Ipatinga e Tupi).
- Em 2012, o futebol mineiro terá (considerando a indefinição do rebaixamento na Série A): 5 times nas Séries A e B (América-MG, Atlético-MG, Cruzeiro, Boa e Ipatinga), mais oTupi na Série C.
Enquanto o RS caiu de 6 para 3 times, MG subiu de 5 para 6 nas mesmas divisões. E Ipatinga e América-MG foram promovidos para a Primeira Divisão, algo que não esteve nem perto de ocorrer com nenhum time gaúcho.
Um dos grandes problemas é o calendário do Gauchão. O que na tese de Novelletto é bom, 16 times na Série A com um regulamento que exige muitos jogos, na prática se torna um tiro no pé. A Dupla Gre-Nal joga muitas vezes com time reserva, especialmente se estão na Libertadores, e isto afugenta o público e cria desinteresse da opinião pública. O Campeonato Mineiro tem apenas 12 times e muitas datas a menos: 15 contra 21 23 (valeu, André pela correção).
Mudanças urgentes deveriam estar sendo tomadas por clubes do interior.
Mas quem está na Primeira Divisão não pensa em mudar.
E quem comanda não consegue ver outras soluções.
Pobre futebol gaúcho
Nome: Alexandre Perin
Analista de T.I. da área Online do grupo RBS, também um apaixonado e profundo estudioso dos esportes.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Sagui, Sergio Pontes, Joubert, LEIVINHA , Pres.Gilmar e Carmo
Sexta-Feira, 04/11/2011 por Meirelles Duarte
Leivinha, o grande ponteiro, sepultado dia 3
O dia de Finados marcou os meios esportivos e classistas da cidade com profundo pesar com a morte do ex-atleta de futebol e grande líder do meio em que viveu, Valdir Scarsi. Nascido na cidade Santa Helena, no Paraná, vindo, menino, com seus pais, o senhor Luiz, já falecido e a mãe, senhora Aurora, para estudar e trabalhar em Passo Fundo, preocupado com seu futuro. Matriculado no Colégio Conceição, procurou emprego na empresa Grazziotin quando o senhor Tranqüilo, ao perguntar-lhe o que sabia fazer e ouvindo que só sabia jogar futebol, o encaminhou ao l4 de Julho, lá jogando, sendo levado para os juvenis do Grêmio. Após um ano foi contratado pelo Gaúcho, pagando os seus estudos com que ganhava no clube. No Gaúcho foi que marcou e consagrou seu nome por 5 anos a partir de l970. Ponteiro muito veloz formou ataques primorosos, pois como estudante de Educação Física, era o ataque dos universitários, com Luiz Freire, que era da Medicina, Bebeto e Serginho da Educação Física. Deixando o Gaúcho, por coincidência os 4 foram contratados pelo Caxias para o campeonato brasileiro. Depois Leivinha jogou pelo São Luiz de Ijuí, Guarany, de Bagé, Internacional de Santa Maria, encerrando no Cascavel, do Paraná. Leivinha era assim chamado, pois tinha as mesmas características do ponteiro, com este apelido, do Palmeiras, de São Paulo. Casado com a senhora Rosemari no dia 29 de julho de l981, ela filha de Aristotes e Odete Canabarro. O casal teve uma única filha, Joanna, que é esposa do veterinário, Álvaro Tissot e que deu os netos Leonardo e Sabrina. A vida intensa do saudoso Valdir Scarsi não fica somente na área do futebol, pois como esportista fundou e presidiu a Associação Passo-fundense de Sinuca, onde era um dos mais destacados membros, levantando títulos citadinos e estaduais. Paciente de um transplante de fígado executado pelo consagrado cirurgião, Paulo Reichert, que assim agiu na tentativa de prolongar a vida do grande atleta. Antes de Leivinha, quase um time inteiro do Gaúcho já havia partido, todos vítimas do mesmo mal. O primeiro foi o arqueiro Carlos Alberto, em Bento Gonçalves, vindo depois Nadir, Gringo, Olívio, João Pontes, Bebeto, Serginho, Raul, e Téio. Como classista Leivinha foi um autêntico líder, presidindo as mais importantes entidades que congregam os funcionários públicos municipais, sempre lutando, com verdades, entusiasmo e muita honestidade, sendo, por esta razão, tantas vezes reeleito e sempre ouvido e acatado em todos os movimentos que liderou. Nas despedidas ocorridas no último dia 3, no Cemitério Memorial da Paz, muitas manifestações se fizeram ouvir, todas enaltecendo o grande valor que perdia Passo Fundo e de forma particular, os funcionários municipais, pois Valdir Scarsi presidiu, com raro brilho o Simpasso, a CM P e a Capassemu. Residente no Bosque Lucas Araújo, onde construiu sua residência, era grande amante da natureza, de forma especial, dos animais, amparando, com alimento e cuidados especiais, todos os cães, que perdidos e desprezados pelos seus donos, recebia dele e seus familiares, o carinho necessário. Mais um motivo da certeza de que goza da recompensa eterna que o Pai reservou para os bons corações.
O dia de Finados marcou os meios esportivos e classistas da cidade com profundo pesar com a morte do ex-atleta de futebol e grande líder do meio em que viveu, Valdir Scarsi. Nascido na cidade Santa Helena, no Paraná, vindo, menino, com seus pais, o senhor Luiz, já falecido e a mãe, senhora Aurora, para estudar e trabalhar em Passo Fundo, preocupado com seu futuro. Matriculado no Colégio Conceição, procurou emprego na empresa Grazziotin quando o senhor Tranqüilo, ao perguntar-lhe o que sabia fazer e ouvindo que só sabia jogar futebol, o encaminhou ao l4 de Julho, lá jogando, sendo levado para os juvenis do Grêmio. Após um ano foi contratado pelo Gaúcho, pagando os seus estudos com que ganhava no clube. No Gaúcho foi que marcou e consagrou seu nome por 5 anos a partir de l970. Ponteiro muito veloz formou ataques primorosos, pois como estudante de Educação Física, era o ataque dos universitários, com Luiz Freire, que era da Medicina, Bebeto e Serginho da Educação Física. Deixando o Gaúcho, por coincidência os 4 foram contratados pelo Caxias para o campeonato brasileiro. Depois Leivinha jogou pelo São Luiz de Ijuí, Guarany, de Bagé, Internacional de Santa Maria, encerrando no Cascavel, do Paraná. Leivinha era assim chamado, pois tinha as mesmas características do ponteiro, com este apelido, do Palmeiras, de São Paulo. Casado com a senhora Rosemari no dia 29 de julho de l981, ela filha de Aristotes e Odete Canabarro. O casal teve uma única filha, Joanna, que é esposa do veterinário, Álvaro Tissot e que deu os netos Leonardo e Sabrina. A vida intensa do saudoso Valdir Scarsi não fica somente na área do futebol, pois como esportista fundou e presidiu a Associação Passo-fundense de Sinuca, onde era um dos mais destacados membros, levantando títulos citadinos e estaduais. Paciente de um transplante de fígado executado pelo consagrado cirurgião, Paulo Reichert, que assim agiu na tentativa de prolongar a vida do grande atleta. Antes de Leivinha, quase um time inteiro do Gaúcho já havia partido, todos vítimas do mesmo mal. O primeiro foi o arqueiro Carlos Alberto, em Bento Gonçalves, vindo depois Nadir, Gringo, Olívio, João Pontes, Bebeto, Serginho, Raul, e Téio. Como classista Leivinha foi um autêntico líder, presidindo as mais importantes entidades que congregam os funcionários públicos municipais, sempre lutando, com verdades, entusiasmo e muita honestidade, sendo, por esta razão, tantas vezes reeleito e sempre ouvido e acatado em todos os movimentos que liderou. Nas despedidas ocorridas no último dia 3, no Cemitério Memorial da Paz, muitas manifestações se fizeram ouvir, todas enaltecendo o grande valor que perdia Passo Fundo e de forma particular, os funcionários municipais, pois Valdir Scarsi presidiu, com raro brilho o Simpasso, a CM P e a Capassemu. Residente no Bosque Lucas Araújo, onde construiu sua residência, era grande amante da natureza, de forma especial, dos animais, amparando, com alimento e cuidados especiais, todos os cães, que perdidos e desprezados pelos seus donos, recebia dele e seus familiares, o carinho necessário. Mais um motivo da certeza de que goza da recompensa eterna que o Pai reservou para os bons corações.
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