domingo, 14 de setembro de 2014

Construindo ...

ARENA  12.09.2014 








quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Na Bagagem ....

Com as goleiras na bagagem

Prosseguem as obras na nova casa do Sport Clube Gaúcho

Jornal O Nacional  - LC Schneider/ON


Goleiras: elo histórico


Casa nova, mas com as velhas goleiras. Assim, o Sport Clube Gaúcho carrega um pedaço da história do Estádio Wolmar Salton para a Arena Wolmar Salton. As traves servirão como um elo entre as duas casas. 

As goleiras foram transportadas na última quinta-feira, mas logo serão erguidas no novo local. Ainda faltam algumas etapas para que surja o verde do gramado. “Estamos iniciando a colocação da drenagem”, explicou o presidente do Gaúcho, Gilmar Rosso. Contando com a orientação de Abrelino Mello, a área para o campo de futebol já está nivelada. Na sequência receberá brita, areão e a tubulação. Serão tubos de 100 mm e 150 mm perfurados para drenagem. Depois virá a camada de terra que receberá a grama.

Bermuda
O agrônomo Jairo Lang será o responsável pelo gramado da Arena Wolmar Salton. “Vamos implantar a espécie bermuda”, informou. O representante da empresa espanhola Alfredo Iñesta entende que “essa é uma grama mais leve, de última geração, a mesma utilizada nas arenas da Copa do Mundo”. Ainda não está definido se a grama chegará em rolos ou se será semeada no local. Em caso de semeadura e cuidados especiais, Jairo disse que o gramado estará em condições de uso após 120 dias. Ontem, porém, o presidente Gilmar Rosso estava preocupado com outra grama: a do antigo estádio. Transportada em forma de leivas, servirá para cobrir os taludes que cercam a nova arena. Serão mais de 6.000 m² para admiração dos nostálgicos torcedores do gaúcho.

sábado, 6 de setembro de 2014

Era Uma Vez ....

Jornal O Nacional 

ERA UMA VEZ NO BOQUEIRÃO ........


Estádio Wolmar Salton não existe mais. 

Gaúcho sai do estádio e vai para Arena




Era forte a marcação dos irmãos Pontes. Imperava a maestria quando a bola passava pelos pés de Jair, Pedro ou Roberto. E quando Bebeto disparava o canhão, nas arquibancadas os torcedores extravasavam sua paixão pelo clube.

O alambrado servia de escora para fervorosos torcedores, como Rui Pelego, responsável pela “marcação” do bandeirinha das sociais. Alegria na copa, espichado grito de gol nas cabines suspensas. Camisas verdes significavam raça em campo, bandeiras verdes impunham respeito ao seu redor.

Outrora um território temido pelos adversários, o Estádio Wolmar Salton não existe mais. Sem as arquibancadas, as sociais e as goleiras, restou uma imensa área. Concreto e ferragens serão reaproveitados na nova casa do Sport Clube Gaúcho.

Emblemáticas, as goleiras também foram levadas para a futura Arena Wolmar Salton. Nessa nostálgica reciclagem, até o histórico gramado será aproveitado para cobrir os taludes. Testemunhas de uma linda história, restaram os guichês das bilheterias da Rua General Osório. 

Pelas frestas ainda há resquícios do verde e do branco. Encerra o ciclo do Gaúcho e começa o do São Vicente.

Do esporte à saúde, aquele pedaço do Boqueirão será sempre muito importante.

Publicada em: 05/09/2014 , 
por Luiz Carlos Schneider
esportes@onacional.com.br
Créditos: LC Schneider/ON

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O DESTINO DO TEIXEIRINHA










Geral  Passo Fundo, 04/09/2014

DESTINO INCERTO 

Autor: Redação Passo Fundo
Foto: Andressa Zorzetto / DM

Desde 2013, o Ginásio Poliesportivo Vitor Matheus Teixeira – Teixeirinha, vem sofrendo avaliações constantes acerca dos problemas de infraestrutura que resultaram no fechamento do espaço. Através de um edital publicado pela Prefeitura, onde convocava-se empresas para tomarem parte da concessão do local, o Sport Club Gaúcho demonstrou vontade de assumir a gestão do Ginásio e, em março de 2014, o Poder Executivo estabeleceu um período de 30 dias para que o clube oficializasse o interesse da gerência do espaço para restaurá-lo e entregá-lo novamente à comunidade.

O Teixeirinha foi inaugurado em 2004, mas nunca chegou a ser utilizado em sua totalidade. Problemas de irregularidades, como infiltrações, telhas inadequadas, paredes com rachaduras e arquibancadas desniveladas, foram avaliados pela equipe técnica da Secretaria de Planejamento, que apontou perigo à segurança dos frequentadores do local.

O presidente do Gaúcho, Gilmar Rosso, declarou que o projeto apresentado sanava o perigo ofertado pelas estruturas, sendo que ele visava “total segurança e conforto para a comunidade”. A proposta decretou que o clube reformaria a estrutura enquanto a Prefeitura ficaria responsável por melhorias de acesso ao local, como a estrada, facilmente descrita por buracos e pedras soltas.

Após meses, nada foi feito e a estrutura torna-se cada vez mais danificada. As paredes estão cedendo e as folhas de zinco despencando. Ao observar o Ginásio de perto, a primeira coisa vista são pedaços de escombros caídos para o lado de fora, bem como a frase que diz: “área interditada”.

Segundo a Secretária de Planejamento, Ana Paula Wickert, a Prefeitura enviou à Caixa Econômica Federal e aguarda a resposta para que uma decisão seja lançada. “Estamos aguardando o laudo técnico de engenharia e avaliação da Caixa Econômica Federal, que deve chegar próximo do dia 15. A partir daí, anunciaremos a decisão”, pontua.

Ao ser questionada sobre a posposta do Gaúcho, Ana Paula destaca que houve necessidade da Prefeitura buscar por um estudo pleno, onde constasse todos os pontos a serem transformados e aproveitados. “O Clube apresentou a proposta, mas precisávamos de uma a avaliação completa realizada pela Caixa”, ressalta.

Em seu último pronunciamento sobre o caso, Rosso destacou que se não houver acerto sobre o tempo de reforma, o Gaúcho não deve insistir no gerenciamento. “Dentro do que conversamos com o prefeito, não temos a obrigação de assumir a gestão se não chegarmos a um consenso sobre o cronograma de obras. Nada será feito às pressas, pois isso pode colocar em risco a segurança de quem for utilizar a estrutura do Teixeirinha e nós não queremos desta forma”, pontua.

Para completar, o presidente defendeu que “a diretoria e o conselho do Gaúcho vão deliberar se há, realmente, condições de arcarmos com a proposta, porque não somos inconsequentes de assumir um projeto sem condições de viabilizá-lo”.

Nao espera
Um investimento de R$12 milhões desperdiçado. O espaço, que já contou com a presença de vários shows nacionais de diversos estilos musicais, não é aproveitado com a finalidade para qual foi elaborado. Hoje, a estrutura localizada na perimetral da ERS 324, que seria destinada para a prática de esportes e apresentação de shows dá lugar às arquibancadas vazias e ao silêncio, gerando gastos aos cofres públicos.

O local, onde supostamente é utilizado como local de abrigo, fato negado pela Secretaria de Planejamento (Seplan), possui uma equipe terceirizada de seguranças fazendo a ronda. As condições de limpeza são deploráveis, bem como o forte odor de urina. A comunidade espera por uma resposta e ações para que aqueles R$12 milhões não terminem em empilhamento de tijolos e água acumulada em dias de chuva.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Reaproveitamento

Publicada em: 02/09/2014 - 10:05 , por Luiz Carlos Schneider/Jornal O Nacional 

DRENAGEM NA ARENA WOLMAR SALTON 

Campo terá irrigação eletrônica e reaproveitamento de água

Créditos: Glenda Vivian/ON
Ontem: preparativos para a drenagem

Pensando em sustentabilidade, o gramado da Arena Wolmar Salton já está sendo estruturado. Economia e respeito ao meio ambiente fazem parte da estratégia. A nova casa do Sport Clube Gaúcho terá reaproveitamento da água para irrigar o campo. Para isso os preparativos já estão em andamento e iniciam com a drenagem. Isso permitirá que a água captada no próprio campo sirva para sua irrigação.

 “Assim também reaproveitaremos os produtos que serão aplicados na grama”, explica o presidente Gilmar Rosso. Após as escavações, começou a fase da drenagem. Depois será semeada a grama. Porém, o campo de futebol terá também um moderno sistema de irrigação eletrônica. “Poucos no Rio Grande do Sul terão irrigação e drenagem como o nosso”, afirmou, ontem, o presidente do Gaúcho. De acordo com Gilmar, haverá um reservatório de 40 mil litros para alimentar o sistema que utilizará pressão para acionar os aspersores.


Reciclagem

O foco na sustentabilidade também foi importante na transição estádio-arena, através da reciclagem e reaproveitamento. As seis sapatas, que sustentavam estruturas no Estádio Wolmar Salton, serão reaproveitadas. Ontem, a última foi retirada e levada para às obras da Arena, localizada nos fundos do Ginásio Teixeirinha. Também as arquibancadas, os trilhos de sustentação e as ferragens serão utilizados na nova casa. O processo será finalizado com a transferência das goleiras, previsto para hoje ou amanhã. Assim, uma parte do lendário Estádio Wolmar Salton acompanhará o Sport Clube Gaúcho. Reciclagem da história, para não esquecer os gols de Bebeto.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Real....

Uma Realidade - SC Gaúcho -Google +

Vídeos e Fotos da Construção das Arquibancadas 

Link Abaixo
https://plus.google.com/106576925218264689426/stories/158659e2-1cc6-3958-98a1-e5f6d595d86d1482e38c404?authkey

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Deixando ...

DEIXANDO O ANTIGO ENDEREÇO 
Jornal Diário da Manhã
Autor: Kleiton Vasconcellos

O ano de 2014 tem sido de uma rotina ao mesmo tempo melancólica e de esperança para o Sport Club Gaúcho. Se dentro de campo os resultados não vieram na Terceira Divisão, fora dele um novo futuro se desenha. Pois, se hoje (27) está prevista a última retirada de materiais provenientes da demolição total do Estádio Wolmar Salton, já a partir da próxima semana todas as atenções ficarão para as sonhadas obras na Arena Wolmar Salton.

Tudo o que era conhecido do antigo estádio já não existe mais. As arquibancadas, o pavilhão, as piscinas, os vestiários e corredores, tudo foi demolido. E, em época de consciência ambiental, a quase totalidade do que seria um entulho vira material de reconstrução. “O nosso projeto é de reaproveitamento total do estádio para a arena. Essa iniciativa tem o valor sentimental, pois é a nossa história, tem o lado ecológico, onde não jogamos nada fora e também a necessidade econômica, pois é mais viável” explicou o presidente do SC Gaúcho, Gilmar Rosso.

Até aqui, já foram retiradas toneladas de material, como barras de ferro, blocos de concreto, madeira e pedra. “Toda a sobra do antigo pavilhão nos dá um belo material para formarmos a sustentação e base do piso, por exemplo, do nosso novo campo suplementar na Arena” complementa o presidente. Também, o presidente expôs que “não valia a pena vender tudo como ferro velho e depois ter de comprar novo”.

Ainda na lógica da total economia e reaproveitamento, as traves, que viram gols históricos no Estádio, serão as mesmas que escreverão os novos capítulos do Alviverde na Arena. “Elas estão em ótimo estado e digo mais: vamos levar também a grama, para ser replantada no campo suplementar” afirma Rosso.

Quanto à nova Arena, os trabalhos serão intensificados a partir da semana que vem. Por ora, a direção orçou a construção/ serviço de áreas como a terraplenagem (em andamento), drenagem, colocação do gramado e transporte do material (em conclusão). “Tudo orçamos com quatro empresas, onde prezamos pela qualidade e pela parceria, uma vez que serão nossos anunciantes nos espaços publicitários” disse o presidente.

A área onde ficava o Estádio Wolmar Salton foi adquirida pelo Hospital São Vicente de Paulo. O projeto prevê que o terreno abrigue, num futuro próximo, uma nova unidade da instituição. A nova Arena Wolmar Salton está sendo construída em um espaço localizado ao lado do Ginásio Teixeirinha, também no bairro Boqueirão.

Cadeiras
As cadeiras, que resistiram bem à ação do tempo, foram recuperadas. Das pouco mais de mil que compunham o antigo pavilhão, quase 900 – mais exatamente 890 – foram recuperadas, com nova pintura. Elas estão depositadas em uma propriedade particular, a espera do momento de serem colocadas na Arena.

Futebol
Como nem só de Arena vive um clube, Gilmar Rosso não se furta de falar de futebol. “Nossa expectativa é gerar renda tão logo o estádio vá sendo concluído, com a venda de espaços nas placas de publicidade e nas camisas. Também, com a nossa nova casa pronta, poderemos alugar o campo para interessados. Daí é que vamos retirar os recursos para bancar o futebol já em 2015” comenta o presidente.

Foto: Kleiton Vasconcellos / DM

sábado, 16 de agosto de 2014

DIVULGAÇÃO

Um dos principais artilheiros de clubes do Brasil tem sua história contada. Bebeto, o grande goleador do Gaúcho, Caxias, Grêmio e Internacional ficou conhecido como “O Canhão da Serra”, pela força de seus chutes. Ídolo dentro e fora dos gramados, o jogador levou o nome de Passo Fundo a todos os cantos do país. Em 19 anos de carreira como atleta profissional, marcou 395 gols por 11 clubes. Foi duas vezes artilheiro do Campeonato Gaúcho e deixou um exemplo de esportividade.

O livro “Bebeto – O Canhão da Serra” traz todos os números, curiosidades, uma lista de 20 jogos que marcaram a carreira de Bebeto, fotos e as fichas técnicas de todas as partidas que o jogador disputou pelo Campeonato Brasileiro.
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Bebeto – O Canhão da Serra

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utor: Lucas Scherer

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Acabamento: brochura

Formato: 17 x 24 cm

Peso: 0,32 kg

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Literatura do Futebol

                           SC GAÚCHO - DIVULGAÇÃO 


Escrevo para anunciar o lançamento da segunda edição de "Os Donos da Bola: O Campeonato Citadino de Futebol de Passo Fundo", em formato e-book
 (futebolpassofundo.wordpress.com) e gratuito!

O autor: Lucas Scherer Cardoso  nasceu em Passo Fundo em 1979. É jornalista, roteirista e tradutor. 

Escreveu Bebeto - 
O Canhão da Serra, em 2010; 
Os Donos da Bola: 
O Campeonato Citadino de Futebol de Passo Fundo - 1ª Edição, em 2012; 
Anuário do Futebol Passo-Fundense Nº 1, em 2013; e Anuário do Futebol Passo-Fundense Nº 2, também em 2014

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Obras Arena , Prestação contas ...


Confira a entrevista do  Presidente Gilmar Rosso, link abaixo ,  ao Programa Ordem do Dia, João Altair.
Radio Planalto


http://t.co/ykwxuuQE5j


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

quinta-feira, 26 de junho de 2014




Cidade de Felipão pretere filho ilustre por "zagueiro mais macho do Sul".

Postado por: UOL.com.br 20/06 6:10

Scolari saiu cedo de Passo Fundo para ganhar o mundo no futebol, mas hoje em dia a terra natal do treinador da seleção não manifesta qualquer torcida especial pelo filho ilustre. Os laços do comandante do penta com o munícipio no interior do Rio Grande do Sul existem, inegavelmente, mas a terra do Sport Club Gaúcho prefere exaltar a memória do “zagueiro mais macho do Sul”, que um dia teria ofuscado a carreira do esforçado defensor Luiz Felipe.

Mesmo em dia de seleção em campo na Copa, como na última terça-feira, Passo Fundo torce sem dedicação exclusiva para Felipão, sem qualquer menção aparente nas ruas. O menino do bairro do Boqueirão deixou a cidade na juventude sem defender o Sport Club Gaúcho, cuja sede antiga ficava a apenas alguns metros da casa da família Scolari. Na prática, bastava atravessar a rua para estar noestádio Wolmar Salton. Mas quis o destino que o futuro treinador fosse construir a carreira em São Leopoldo e Caxias, enquanto que Daison Pontes fazia fama como o beque mais temido do interior do Rio Grande do Sul.

Com um pouco de exagero, há quem acredite que Scolari não teria tido espaço no Gaúcho por causa da fama local de Daison e então saiu para começar pelo Aymoré de São Leopoldo. Mais tarde, com a camisa do Caxias, Felipão voltou à rua de sua infância, mas desta vez na condição de adversário.As lendas do futebol gaúcho contam que os embates entre Felipão e Daison Pontes eram memoráveis, mas a vantagem costumava ficar para o zagueiro de Passo Fundo.
Certa vez o representante do Gaúcho foi chamado pela RevistaPlacar como o o jogador mais indisciplinado do Brasil, após acumular 18 expusções em um período. A mais célebre delas aconteceu em 1974, contra o Inter de Santa Maria, quando agrediu um juiz que marcara dois pênaltis contra seu time. Acabou suspenso por 18 meses.“A gente tinha um grande ídolo, chamado Daison Pontes. Ele era um jogador essencialmente técnico. O pessoal fala que ele era violento, muito violento, mas ele era muito técnico. E o pessoal fala que foi por isso que ele (Felipão) não conseguiu vaga aqui no Gaúcho, por isso que foi embora daqui”, diz Gilmar Rosso, atual presidente do clube de Passo Fundo.“Olha, rapaz, era uma briga de foice, como se diz aí. Tem um amigo nosso que me relatou que Felipão e Daison era um choque de cachorro grande, no bom sentido da palavra. Saía fumaça dos dois”, acrescenta o dirigente.Herói cult das canchas do interior gaúcho,Daison costumava dizer que, para ser campeão estadual, o time precisava passar pelo Alviveverde de Passo Fundo. Pontes chegou a desfrutar da amizade de Felipão depois da aposentadoria e morreu na cidade em junho de 2012, vítima de um AVC. Foi enterrado com a camisa do Gaúcho, “como se estivesse entrando em campo”, pediu, em vida.“O jogador mais famoso da cidade é o Bebeto, ‘canhão da serra’, tem até dois livros sobre ele. Mas o Daison tem mais o folclore, por ter sido um zagueiro duro, por ter feito uma boa dupla por muito tempo com o irmão dele, João”, relata Luiz Carlos Schneider, jornalista do ‘O Nacional’.

Não se sabe ao certo se Felipão teve o Gaúcho como time de infância, apesar da proximidade física em relação ao estádio do clube. Mas antes de ir ao Aymoré em São Leopoldo o futuro treinador integrou um time amador do bairro do Boqueirão, chamado de F-8, ao lado do primo Wiss Gabriel.“Ele saiu muito moço de Passo Fundo. Ainda tem amigos daqui, da mesma faixa etária dele. Mas foi para Canoas, onde o pai parece que montou um negócio de combustíveis. Se afastou, e investe em imovéis lá em Canoas. E tem a identificação com Caxias, o ponto marcante da sua carreira esportiva”, afirma Schneider, do ‘O Nacional’.O técnico da seleção ainda tem parentes em Passo Fundo, com irmãs e primos. A mãe, Dona Cecy Leda, faleceu em dezembro de 2012 e está enterrada em um cemitério local. No último dia 10 de junho, Felipão perdeu o sobrinho Tarcísio João Schneider, morto aos 48 anos em um acidente de carro na cidade. A preparação da seleção para a estreia na Copa impediu a presença do treinador no funeral.

Felipão foi vaiado como adversário na rua de casa

O atual técnico da seleção brasileira descobriu cedo que o futebol é um mundo à parte, às vezes desvinculado das normas convencionais de convívio social. Foi assim que um dia experimentou provocações quando pisou no acanhado estádio Wolmar Salton como jogador do Caxias, “inferno” que intimidava até antigas estrelas de Inter e Grêmio.“Eu me recordo como espectador e torcedor do Gaúcho. Uma vez ele veio jogar com o Caxias, entrou meio caminhando em campo. O pessoal da arquibancada xingava. O Felipão, a gente tratava como todos os inimigos que tratávamos, entre aspas. Tentando afetar o seu moral, desestabilizá-lo emocionalmente. Mas a gente trata aqui gente como gente. Terminava o jogo, segue a vida de todos, como pessoas. Violência no futebol não combina”, conta o atual presidente do Gaúcho.

CLUBE DE PASSO FUNDO SE ERGUE APÓS CRISE

Hoje o velho alçapão do Gaúcho de Passo Fundo é uma terra arrasada. Depois de uma disputa jurídica, o clube acabou perdendo o terreno em um leilão. Agora, após um período de reconstrução financeira, a agremiação prepara a construção de uma arena particular para 10 mil pessoas em outra área da cidade.Gilmar Rosso assumiu a presidência do Gaúcho em 2010, com o clube no fundo do poço. Hoje, depois de sanear as questões financeiras, trabalha no projeto do novo estádio e com o planejamento de reconduzir o time à elite do futebol estadual em 2018, ano do centenário.Para sair do papel, a arena precisará de envolvimento de entusiastas do clube. A direção espera que simpatizantes possam ajudar com compra de sacos de cimento, por exemplo. 

O presidente até fala em ajuda de Felipão, mas quer evitar que a possibilidade soe como oportunismo.“Se quiser ajudar, não só ele como qualquer outro com vínculo com o Gaúcho, estamos à disposição. Mas não pedimos para ninguém. Sabemos que o Felipão é de Passo Fundo, tem raízes na região, tem família. Mas nunca fomos lá pedir dinheiro, é proibido. 
Se o Felipão quiser, vai ser de bom grado, a gente agradece”, diz Rosso. 

http://zip.net/bpnMsB

http://zip.net/bdnMlx

http://zip.net/bvnMhy


http://zip.net/bdnMlx

segunda-feira, 23 de junho de 2014

2 anos 

NOSSO ÍDOLOS NÃO MORREM

Nós precisamos de ídolos para viver. E o que acontece então quando eles de repente vão embora, deixando a vida com uma dose a menos de sonho?


É hora de acreditar que um ídolo de verdade não precisa usar capa nem lutar contra vilões funestos. Um ídolo mesmo faz a gente descobrir que a vitória inventa muitos caminhos.

E se o coração se alegra mesmo sentindo saudade, ao se lembrar desse ídolo , é porque na realidade ele continua vivo

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Pontos nos ......

Canal 20 NET-
Programa Meirelles Duarte - 
ESPORTE NO 20 -  
PRESTAÇÃO DE CONTAS , FUTEBOL , PLANEJAMENTO,MIGRAÇÃO WOLMAR SALTON PARA ARENA ....




Novidades


Ontem, o presidente do Gaúcho, Gilmar Rosso, deu indicativos de muitas novidades nos próximos dias. Lembra que na temporada foram prestigiados os valores locais, dando oportunidade aos jovens da cidade. Gilmar diz que chegou o momento de “uma prestação de contas sobre a venda do antigo estádio e sobre tudo que já foi quitado”. 


Também explicou que depois de domingo estará “focado na obra da nova arena”. Isso significa que o futebol terá uma nova gestão. Outra novidade para os próximos dias é relativa à migração dos sócios para Arena Wolmar Salton