sábado, 15 de julho de 2017


sexta-feira, 30 de junho de 2017

Falso Tesemunho ....

USO DE LOGOMARCA SEM AUTORIZAÇÃO É CRIME CONTRA A PROPRIEDADE TAMBÉM NA INTERNET

O Sport Clube GAÚCHO ,NÃO tem conta nas redes sociais  Instagram ,WhatsApp                                                                                                                                                                               
Quem Utiliza Nome, Vídeos , Fotos , Logo , Distintivo do Gaúcho etc...nessas contas ,
Sem autorização, será chamado via judicial .

Usar na internet logomarca de empresa sem autorização, ou imitá-la de modo que a possa induzir à confusão pode ser considerado crime contra a propriedade industrial E sem licença pode ser enquadrado na lei que pune crimes contra a pirataria


sábado, 24 de junho de 2017

Hoje ...


domingo, 28 de maio de 2017

Diferença Técnica é Brutal



Presença da dupla Gre-Nal na Terceirona gera controvérsia: 

"Diferença técnica é brutal"

Gilmar Rosso, presidente do Gaúcho de Passo Fundo, é o mais irritado com a participação dos maiores clubes do Estado com os times B
Por:  ZH   Wendell Ferreira    25/05/2017

Diferença de estrutura, tradição e salários. A discrepância na realidade entre a dupla Gre-Nal e os pequenos, que é comum na elite do futebol gaúcho, transferiu-se para a Terceirona em 2017. 

Mas os pontos positivos da presença dos grandes no Estadual, contudo, não se repetem no nível inferior. Os públicos são baixos e as rendas não fazem valer a pena a grande diferença técnica. O que era uma reclamação exclusiva do Gaúcho de Passo Fundo virou uma crítica quase geral: muitos clubes do Interior estão insatisfeitos.
— A princípio, seria uma grande novidade, um incentivo de público. Mas a superioridade deles é muito grande. Quando foi apresentado, a gente achava que seria interessante, porque seriam só jogadores até 23 anos sem passagem pelos times principais. Mas não tem sido assim. Não adianta chorar as mágoas agora, paciência — analisa Tiago Guidotti, presidente do Farroupilha.

A posição mais crítica segue com Gilmar Rosso, presidente do Gaúcho. Único dirigente que contestou a presença da dupla Gre-Nal desde o início, Rosso afirma que os grandes descaracterizam a competição.
— Todos os clubes concordaram com isso. Eu levantei a mão, estava na última fileira e desci as escadas. Disse que aquilo era uma várzea, pedi para constarem em ata a minha frontal discordância àquela barbaridade. Falei que se o Gaúcho fosse prejudicado, poderia entrar na Justiça. Os presidentes dos clubes são os responsáveis por isso. Estão se vendendo para ter uma renda com Grêmio e Inter, mas ninguém vai aos jogos. E a diferença técnica é brutal — assegura.

As críticas, contudo, não partem de todos os clubes. Miguel Bastos Duarte, presidente do Rio Grande, diz que a inclusão da Dupla foi aceita pela maioria e força os times do Interior a qualificar seus elencos.
— Por mim, não tem problema. A diferença técnica, claro que houve. Mas não tem descontentamento, no meu ponto vista. Nós temos uma empresa que terceirizou o nosso futebol, e ela também não teve oposição a isso — explicou o mandatário do clube rio-grandino.

O presidente da FGF, Francisco Novelletto, admite que a diferença técnica é grande. Mas diz que a valorização que a Terceirona recebe compensa.
— Tem equipe que paga R$ 500, R$ 600. Os meninos da Dupla ali chegam a ganhar R$ 20 mil, R$ 30 mil. Claro que há uma grande diferença. Mas acho ótimo que o campeonato se valoriza, e isso não tira vaga de ninguém. Quando a Dupla joga no Interior, lógico que dá mais público.

Rosso lembrou do jogo contra o Grêmio no dia 8 de abril, em Eldorado do Sul.
— Ficamos várias dias trabalhando. Marcam o jogo em Porto Alegre às 13h. Grêmio jogando com o goleiro Léo, que agora é reserva do Grohe, com Wallace Oliveira, com Rex, Negueba. Um monte de caras do time principal. Foi 7 a 1. Eram quase 40°C naquele horário. Cadê o sindicato dos atletas? Cadê os advogados de porta de estádio? — questionou o dirigente.

Para dar preferência aos clubes do Interior, algumas regras especiais foram impostas. Nas fases de mata-mata, a dupla Gre-Nal sempre decidirá fora — mesmo que tenha melhor campanha. Os grandes também não podem subir, e as vagas para a Divisão de Acesso de 2018 ficarão com os dois pequenos mais bem classificados.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Gaúcho, eu Sou Gaúcho 
Periquito de Tradição 
Gaúcho teu nome viverá 
Sempre dentro do meu

Coração

terça-feira, 11 de abril de 2017


CIDADE   DE PASSO FUNDO 

Brasil Visto de Cima....    Canal Globosat
É Sport Clube Gaúcho... é BSBios Arena ....

Você pode Ver ....

https://t.co/cTS7LelYtQ


domingo, 9 de abril de 2017

O futebol ...além das 4 linhas


Presidente fala sobre :
Planejamento - 
Dupla Grenal na Terceirona - 
"empresários " 
" jogadores" " 
O mundo ,Sujo, do futebol ......











domingo, 12 de fevereiro de 2017

Entre em Contato...

Agora está mais fácil para entrar em contato com o Sport Clube Gaúcho de Passo Fundo  RS 



Acesse o Link :

https://www.facebook.com/sportclubegaucho/

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

10 times que marcaram o Gauchão

Relembre o Gaúcho de 1973, o time do zagueirão Daison Pontes e do goleador Bebeto

Equipe deixou um rastro de gols e chegadas duras nos anos 1970

Por: Cléber Grabauska
30/01/2017

Daison Pontes (à esquerda) foi um zagueiro viril e vigorosoFoto: Ver Descrição / Agencia RBS 

Daison Pontes e Bebeto: um zagueiro que batia até em árbitro e um atacante que marcou 173 gols pelo clube e sagrou-se duas vezes artilheiro do Gauchão Esses dois nomes integraram o time do S.C. Gaúcho no estadual de 1973 e tornaram-se verdadeiras lendas do futebol de Passo Fundo.

— Foram dois jogadores que tiveram sua notoriedade na cidade e também no futebol do Rio Grande do Sul. O Daison teve um problema em relação arbitragem. Acabou agredindo um juiz e acabou ficando muito tempo fora do futebol. Já o Bebeto foi um goleador extraordinário, reconhecido nacionalmente — atesta Ari Machado, comentarista da Rádio Planalto.

Daison, natural de General Câmara, foi o mais famoso dos irmãos Pontes. Não o melhor, mas o mais conhecido. Os outros eram Bibiano, que jogou no Inter durante a década de 1970, e João, que atuou com o próprio Daison no Gaúcho. Mesmo que tivesse alguma qualidade, Daison notabilizou-se pelo jogo viril. Chegou a jogar no Flamengo do Rio, mas ficou apenas três meses porque batia muito, inclusive nos colegas durante os treinos, e acabou sendo dispensado.
Foto: Reprodução livro Bebeto o canhão da Serra / Reprodução

O pesquisador Marco Antônio Damian conta que Daison, quando jogava pelo Cruzeiro de Porto Alegre, participou de uma excursão e, num jogo na Costa Rica, deu um carrinho num cachorro que invadiu o gramado. A torcida local não perdoou e começou a gritar: assassino de cachorro, assassino de cachorro.

Já Bebeto era muito mais tranquilo. Mas isso não impediu que fosse chamado de Canhão. Ou melhor, Canhão da Serra, apelido dado pela imprensa passo-fundense em razão da habilidade em bater na bola.

Segundo pesquisa de Lucas Scherer, Bebeto marcou 399 gols e foi o maior artilheiro da história do Gaúcho com 263 gols. Ele foi artilheiro em 1973 com 13 gols e repetiu a dose em 1975, dividindo a liderança com Tarciso, do Grêmio. No total, ele marcou 173 em jogos válidos pelo Gauchão.

Foto: Adolfo Alves / Agencia RBS

Alberto Vilasboas dos Reis, natural de Soledade, chegou a Passo Fundo para estudar. Entre as aulas do curso técnico de Contabilidade, achou tempo para iniciar a carreira no 14 de Julho em 1966. No ano seguinte transferiu-se para o Gaúcho e entre idas e vindas jogou pelo clube até 1985. Ao longo desse período, teve passagens por Corinthians, Inter, Bahia , Grêmio e Caxias, entre outros. Bebeto faleceu em 2003, aos 57 anos.

Daison faleceu em 2012. Seu nome tornou-se uma ameaça para os centroavantes gaúchos. Pois, se dizia na época, que centroavante bom era o que sobrevivia aos jogos contra o Gaúcho no Wolmar Salton.
— Jogar no Wolmar Salton era muito complicado, pois ali estavam os irmãos Pontes. O Daison era forte e partia para o embate com muita força. E isso fazia com que os atacantes, não só da Dupla Gre-Nal, jogassem de uma forma mais macia, evitando o choque — destaca Ari Machado.
Daison tinha cara de mau. Batia e dizia que batia. Fazia declarações fortes e não tinha medo de encarar ninguém, nem mesmo a arbitragem. Acabou expulso 18 vezes ao longo da carreira.

O seu episódio mais conhecido aconteceu em 1974 num jogo entre Gaúcho e Inter de Santa Maria. O árbitro José Luís Barreto advertiu Daison dizendo que, caso ele não parasse de bater, ele marcaria pênalti. E após mais uma falta do zagueiro, Barreto assinalou a arbitragem. Furioso, Daison partiu para cima do árbitro desferindo socos e pontapés. O resultado da confusão foi uma suspensão de 18 meses dos quais ele cumpriu doze e depois recebeu uma redução da pena.

Bebeto e Daison fizeram parte da campanha do Gaúcho em 1973.

O time-base tinha Carlos Alberto, Gringo, João Pontes, Daison Pontes e Luiz Canos, Raul Matté, Paraná e Luiz Freire, Levinha, Bebeto e Serginho. Naquela edição do Gauchão, a equipe terminou em sexto lugar, num campeonato em que o Inter alcançou o pentacampeonato e que foi o último de Daison e Bebeto, duas lendas do nosso futebol.


*ZHEsportes