quinta-feira, 31 de março de 2011

GAÚCHO NA REVISTA PLACAR




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quarta-feira, 30 de março de 2011



Acréscimos
Quarta-Feira, 30/03/2011 por Marcelo Alexandre Becker



  • Clássico 1 – Responsabilidade do Gaúcho
Quem tem o problema nas mãos é o Sport Club Gaúcho. A situação na tabela mostra isso, portanto a responsabilidade, a obrigação de vitória é do Alviverde. Para o Passo Fundo ser derrotado não significará muita coisa, já para o Gaúcho perder o jogo indica que a Terceirona ficará mais perto.
  • Clássico 2 – Duelo dos Sertões parte 2
Se no primeiro turno o Sertão do Passo Fundo levou a melhor, pelo menos individualmente o Sertão do Gaúcho leva vantagem para o jogo de amanhã. Ambos não jogaram na última rodada, o alviverde por cumprir suspensão, e o tricolor por dores no púbis. Por isso penso que o Sertão do Gaúcho tem mais chances de se destacar, pois o do Passo Fundo nem confirmado para a partida está.
  • Clássico 3 – Surpresa Alviverde?
A diretoria do Gaúcho garantiu que corre para regularizar a documentação de um atacante experiente, para que assim ele faça sua estreia no clássico.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Gaúcho desperdiça pênalti e fica no empate em 1 x 1 com o Riopardense


Gaúcho desperdiça pênalti e fica no empate em 1 x 1 com o Riopardense
Créditos : Marcelo Becker/ON
Marcelo Alexandre Becker/ON

A chuvosa tarde desse domingo poderia ter sido bem melhor para o Sport Club Gaúcho. Poderia, mas não foi. O Alviverde jogava bem contra o bom time do Riopardense, abriu o placar com o zagueiro Didi, e no início do segundo tempo teve num pênalti a seu favor a chance de matar o jogo. Mas Marcelo Bela bateu mal, e desperdiçou a grande chance. Se não bastasse isso, na sequência do lance o Riopardense foi para o ataque, e marcou o gol de empate. Péssimo resultado para o Gaúcho que segue na zona de rebaixamento, e vai pressionado para o clássico de quinta-feira contra o Passo Fundo. 

domingo, 27 de março de 2011

Por um returno melhor






Esportes
.26/3/2011 10:58:22 - Atualizada em
KLEILTON
SEGUNDONA
Por um returno melhor











(Gaúcho recebe o Riopardense domingo no Vermelhão da Serra / FOTO KLEITON VASCONCELLOS)





No Gaúcho, há dois problemas: vencer o bom Riopardense e fazer isso desfalcado. Suspensos, os dois meias do time não jogam domingo. Toldi e Diego Miranda foram expulsos. “Teremos que buscar alternativas, como adiantar o Danilo ao lado de Renan, voltar com o volante Danilo, entrar com mais um zagueiro ou até inserir o jovem Marlon. Temos que vencer e jogar a nossa vida” disse o técnico Ricardo Attolini. Para a torcida, os ingressos custam R$5 (mulheres e crianças não pagam). Com a camisa passaporte não há a cobrança

quinta-feira, 24 de março de 2011

Gaúcho perde por 2 a 0 fora de casa
O resultado tirou o Gaúcho da zona de classificação, ficando com 4 pontos contra 5 do Guarani
Redação Passo Fundo
(Redação Passo Fundo / DM)

O Sport Club Gaúcho perdeu por 2 x 0 a partida disputada nesta tarde contra o Guarani de Venâncio Aires. A equipe conseguiu segurar até 30 minutos do segundo tempo, porém, acabou perdendo para o adversário rubro-negro no Estádio Edmundo Feix.
O jogo foi bastante tumultuado, com dois jogadores expulsos de cada equipe. O treinador do time da casa reclamou e também foi expulso pela arbitragem.
Diogo Capela abriu o placar aos 30 do segundo tempo e ele mesmo, aos 50 minutos, quando o Gaúcho pressionava em busca do empate, o próprio Capela ampliou para o time do Guarani, fechando o placar.

quarta-feira, 23 de março de 2011


12 pontos em dois dias

Por Kleiton Vasconcellos

Matematicamente, todo o jogo de futebol vale 0, 1 ou 3 pontos e nada mais. Mas todos sabemos – e entendemos – que existem os tais “jogos de seis pontos”. Aqueles que colocam frente a frente inimigos diretos dentro de um campeonato. E não é que os times passo-fundenses, cada um ao seu tempo, disputam entre quarta e quinta-feira os tais seis pontos.

É assim que todo mundo no Gaúcho vê o confronto com o Guarani, nesta quarta em Venâncio. Na Chave 3, o Gaúcho tem 4 e o Guarani tem 2. Assim, na lógica alviverde, uma vitória até encaminha a classificação, pois valeria abrir 5 pontos de vantagem. Só que o empate também não mau, por ser esse um jogo fora de casa.

terça-feira, 22 de março de 2011





ALVIVERDE
Não é sempre que se goleia por 7x2. Ainda mais quando o time vencedor ainda não havia ganho na competição. Mas é exatamente o que o Gaúcho fez com o Atlético. E é o que acho que tem que ser feito: pega um time mais fraco em casa e goleia. Ajuda no saldo de gols, dá moral e empolga a torcida. Só não dá para viver dessa atuação, uma vez que amanhã tem o Guarani em Venâncio Aires. Ou seja, uma parada bem diferente.
ALVIVERDE II
Toldi foi novamente bem – já tinha sido assim contra o Glória. Com Toldi, a responsabilidade não fica toda sobre Diego Miranda, criando uma ótima alternativa de jogo para o Gaúcho. Só que falta melhorar nas duas laterais que, ao meu ponto de ver, destoam do restante. E também tem que tomar um pouco mais de atenção na defesa –vide o gol de cabeça do zagueiro carazinhense Alex.
TORCIDA
Ainda no estádio Vermelhão da Serra, antes de acabar a goleada de domingo, diretores chamavam a atenção para a torcida do Gaúcho. Ou melhor, a falta dela na arquibancada. Ingresso a R$5, sendo que mulheres e crianças não pagavam, horário das 18h30 de um domingo, adversário em tese mais fraco... Inúmeros motivos para a torcida comparecer. Então, por que não o fez?

segunda-feira, 21 de março de 2011

Gaúcho goleia .O Gaúcho aplicou 7x2 no Atlético

O SC Gaúcho deu de goleada. O Alviverde recebeu o Atlético, de Carazinho, no Estádio Vermelhão da Serra e aplicou 7x2, vencendo a primeira na competição. Os gols do Gaúcho foram marcados por Toldi e Lauro (duas vezes cada), Cleber, Marcelo Bela e Alex (contra). O Atlético fez gols com Guilherme e Alex.



Acréscimos
Domingo, 20/03/2011 por Marcelo Alexandre Becker

Gaúcho 1 - vitória de sete gols e seis pontos

O Sport Club Gaúcho conseguiu a sua primeira vitória de forma avassaladora. Os 7 x 2 no Atlético de Carazinho foi de fundamental importância para o Alviverde por vários motivos: pelo fato de enfim vencer na Segundona 2011; por ter goleado, e assim zerado o seu saldo de gols, que até então era negativo; e por ter derrotado um adversário direto na luta para escapar da Terceirona. Quarta tem mais um jogo de “seis pontos”, contra o Guarani, em Venâncio Aires.

Gaúcho 2 – efeitos da goleada

Mas o resultado de ontem tem que ser analisado com grande cuidado pelos jogadores e comissão técnica do Gaúcho. Na linguagem do futebol, o 7 x 2 não pode “mascarar” o que está errado e precisa ser corrigido. Mas ao mesmo tempo, uma vitória com o seu time fazendo sete gols precisa ser valorizada. O adversário era fraco, mas todos os outros times da chave enfrentaram o Atlético, e só o Gaúcho fez tantos gols.

Gaúcho 3 – Marcelo volante!

É difícil que quando o time ganhe de goleada um volante seja elogiado, mas eu vou contrariar essa tendência. Marcelo, zagueiro muito criticado nos tempos de Passo Fundo, está muito bem atuando como volante no Gaúcho. Contra o Glória e ontem o jogador foi nota 8, assim como o meia Toldi, que fez um golaço ontem.

Gaúcho 4 – torcedor está devendo


O ingresso para ver o Gaúcho no Vermelhão da Serra custa só R$ 5, ou melhor, cinco pila! Portanto o torcedor do Alviverde não pode deixar de acompanhar o seu time direto do estádio. Sempre soube que o Gaúcho tem torcida muito maior do que o Passo Fundo, mas na arquibancada isto não está se comprovando, então eu provoco: “será que a torcida Tricolor já não é maior que a Alviverde na cidade?” A resposta deverá se dada nos jogos de ambos os times como mandante.

domingo, 20 de março de 2011

Os dramas jurídicos do Gaúcho


Entrevero - clicRBS



Posted: 19 Mar 2011 09:25 AM PDT
O Gaúcho  vive dramas jurídicos. O jornal O Nacional, de Passo Fundo, explica os problemas da equipe.


O primeiro é o estádio Wolmar Salton, que pode ser vendido para pagar dívidas. A venda pública está na gaveta. Mérito do jurídico do clube. Em sessão da 6º Turma do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, conseguiu-se mais tempo para tentar barrar venda. A decisão sai em maio.
Se evitar o leilão, o Gaúcho vai vender a sede social. O clube precisa pagar o tratamento de um garoto que se acidentou na agremiação anos atrás.




Outro problema envolve a Fifa. O Gaúcho foi intimado a pagar 96 mil euros ao General Diaz do Paraguai. Motivo: o zagueiro Javier. O defensor passou pelo Gaúcho em 2007. Sem regularizar a documentação, teria sido vendido. Os paraguaios ficaram sem a parte deles no negócio. O Gaúcho precisa reverter a decisão na Fifa ou fazer o pagamento.


Se o jurídico alviverde conseguir reverter as duas situações, mesmo que rebaixado, o Gaúcho poderá comemorar 2011. Se perder as duas causas, dificilmente abrirá as portas. O Estado perderá um dos ícones do futebol gaúcho. 


Empresariado, olhe com carinho para o Gaúcho.

sábado, 19 de março de 2011

Estádio Wolmar Salton: ficou para a prorrogação


Esportes

18/3/2011 15:03:32 - Atualizada em

SC GAÚCHO
Estádio Wolmar Salton:
ficou para a prorrogação
Definição sobre novo cálculo do leilão do estádio não foi tomadaquinta-feira. Desembargador pediu mais tempo para analisar a situação

(Redação Passo Fundo / DM)


Chamada “a maior partida da história do Gaúcho”, a audiência no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul não definiu o futuro do Estádio Wolmar Salton. A sessão até ocorreu na tarde de ontem na 6ª Câmara Cível, em Porto Alegre. Contudo, o desembargador encarregado do caso, Nei Wiedemann Neto, não publicou qualquer sentença – o que ele definir será em última instância.


Na audiência estiveram presentes a advogada e o presidente do Sport Club Gaúcho, Patrícia Alovisi e Gilmar Rosso, respectivamente. Na ação, os representantes do Alviverde pedem que os cálculos do valor relativo à área do Wolmar Salton sejam refeitos, por entenderem que R$ 1milhão (valor do arremate do leilão ocorrido em 2007) está abaixo do real. “A parada estava difícil, mas a nossa advogada soube sensibilizar o desembargador, que pediu mais tempo” disse Rosso, por telefone, direto da Capital, para o Jornal Diário da Manhã.


Advogada do clube, Patrícia Alovisi utilizou um artifício que tocou o magistrado. “Dissemos que não é a direção do Gaúcho quem está interessada, mas sim toda a comunidade passo-fundense está na expectativa” explicou a advogada. “Se nossa solicitação for aceita e em uma visão otimista recuperarmos o estádio, em um ano quitaremos nossas dividas” expôs Rosso.


A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça. De lá veio a informação sobre o próximo passo do processo. Conforme a assessoria, o processo foi retirado da pauta “para ser feita análise com mais calma pelo desembargador Nei Wiedemann Neto”. Desta forma, a definição será conhecida na próxima reunião, dia 31 de março, ou no mês de abril, nas demais sessões da 6ª Câmara Cível.


O Caso
Na década de 1990, um garoto sofreu um acidente enquanto tomava banho na piscina social do Gaúcho. Vivendo em estado vegetativo desde então, a família acionou a justiça, alegando falta de atendimento por parte do clube. Em 2007, foi determinado que o Gaúcho devesse indenizar a família. Para tanto, o estádio Wolmar Salton foi levado a leilão e arrematado por pouco mais de R$1milhão por representantes da família. Agora, o Gaúcho questiona tal valor, na esperança até de reaver o patrimônio.

sexta-feira, 18 de março de 2011


Esporte | Publicado em 18/03/2011 14:00:03

A esperança é verde - parte 2


Com causa “praticamente perdida”, Gaúcho consegue que decisão sobre leilão da sede aconteça em maio


Marcelo Alexandre Becker/ON

Se na apresentação do elenco para a temporada 2011, o título “A esperança é verde”, cabia bem para o Gaúcho na Segundona, o mesmo vale para a questão referente à anulação da venda do estádio Wolmar Salton, onde o clube passou de estar com a causa “praticamente perdida”, para agora ter grandes chances de ter sua sede novamente.

“A Patricia (Alovisi, advogada do clube) fez um gol aos 49 do segundo tempo”, falou o esperançoso presidente Gilmar Rosso. Em sessão da 6º Turma do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, tudo indicava que o relator manteria a decisão inicial, e confirmaria a venda, mas depois da argumentação feita pela advogada do Gaúcho, o julgamento foi suspenso. 


“Se ainda não ganhamos, pelo menos já empatamos este jogo. A Patrícia falou sobre a história do Gaúcho, sobre a relação que o Gaúcho tem com a comunidade de Passo Fundo, e com isso o relator pediu mais tempo para analisar o conteúdo do processo”, disse Rosso, informando que a decisão deverá ocorrer em maio, curiosamente mês de fundação do Sport Club Gaúcho.

O que o clube quer

Com a anulação da venda, e assim ter toda a sede novamente, a atual diretoria do Gaúcho buscaria vender a sede social do clube por um preço condizente ao valor de mercado da área, e assim garantir o pagamento referente ao tratamento do garoto que se acidentou no clube  e  pagar os outros débitos . Com isso o alviverde ficaria ainda podendo usar o estádio Wolmar Salton para mandar os seus jogos. 

Esperança em verde e branco: julgamento sobre venda do Wolmar Salton é adiado


(17/03/2011 -05:41)

Esperança em verde e branco: julgamento sobre venda do Wolmar Salton é adiado 



O presidente Gilmar Rosso e a advogada Patrícia Alovisi saíram esperançosos da sessão da 6ª Turma do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. O Sport Club Gaúcho espera a anulação da hasta pública, ou seja, a venda efetuada do Estádio Wolmar Salton.


O julgamento foi suspenso na tarde desta quinta-feira (17/03)
O relator   pediu um tempo maior para avaliar o conteúdo da sustentação oral da advogada.


O seu voto deverá ocorrer dentro de sessenta dias. Os outros dois desembargadores votarão em sequência, após a decisão do relator.


O Sport Club Gaúcho busca assegurar a anulação da venda para que, com a recuperação da posse do estádio, o negócio possa ser efetuado por um valor mais significativo. Além disso, seria possível, a partir de então, assegurar uma renda para garantir o tratamento do jovem que caiu na antiga piscina do clube alviverde, o pagamento das dívidas trabalhistas e possivelmente garantir a recuperação do velho e histórico gramado para as disputas do futebol.

Esportes
.17/3/2011 13:53:47 - Atualizada em
SEGUNDONA 2011
Gaúcho empata com o Glória
Empate em 0x0 valeu ao Gaúcho o ingresso na faixa de classificação para a segunda fase
Kleiton Vasconcellos
(Redação Passo Fundo / DM)


Antes lanterna e agora 5º colocado. Essa é a situação do Sport Club Gaúcho, que empatou na noite de ontem
por 0x0 com o Glória no Vermelhão da Serra. Com o ponto somado (o primeiro na competição), o Periquito
 ultrapassou o Atlético e o Guarani-VA.
 Domingo, tem clássico regional com o time de Carazinho em Passo Fundo.

























(Jogo ficou no 0x0 / KLEITON VASCONCELLOS)
O primeiro tempo foi todo verde e branco. Tanto que com seis minutos, o Gaúcho já tinha quatro chances de gols.
Só que os chutes de Danilo, Marcelo Bela, Guinho e Toldi ou foram para fora ou acabaram sendo defendidos
 pelo goleiro Cláudio Taffarel. O Glória, líder da chave com agora 11 pontos, chegou com Mikimba, em finalização
 cruzada. Toldi, que estreou (bem) coma camisa do Gaúcho, quase marcou aos 18min, mas a bola foi para fora.
 Por duas vezes, Taffarel disse ter sido atingido por Danilo e Guinho, sendo que o primeiro levou cartão amarelo.
Toldi ainda arriscou duas vezes, aos 25 e 29min, mas sem resultados. Na resposta do time de Vacaria, Felipi bateu
 com efeito e Anderson fez ótima defesa. A melhor oportunidade do Gaúcho veio aos 43min: Toldi escapou pela
direita e cruzou para Lauro, que estava livre na área. O atacante concluiu sem deixar a bola cair, mas a redonda
passou perto da trave. No final, Taffarel ainda pegou uma cabeçada de Marcelo Bela.
Na segunda etapa, o Glória trocou a camisa azul pela branca. O Gaúcho até tentou manter o ímpeto, mas deu
 espaços aos visitantes. Tanto que Anderson defendeu bom chute de Felipi aos 7min. Quatro minutos depois,
Bela chutou para fora. Aos 21min, Diego Miranda, de outra boa participação, girou e chutou de canhota. Cláudio
Taffarel defendeu e Marcelo bela pegou o rebote, novamente defendido pelo goleiro. O Glória quase fez o seu
gol aos 26min: após escanteio, Lourival cabeceou e Anderson defendeu, com a bola ainda pegando no travessão
 antes de ser afastada pela defesa. Lauro chutou fraco aos 27min, enquanto Marcelo Bela arrematou para fora aos
32min. No apagar das luzes, aos 48min, Acássio cabeceou contra e Taffarel salvou o Glória.
Gaúcho 0x0 Glória
Gaúcho: Anderson; Ivan, Cleber, Gamarra e Sérgio (William); Marcelo, Danilo, Toldi (Renan) e Diego Miranda;
Guinho (Lauro) e Marcelo Bela. Técnico: Ricardo Attolini.
Glória: Taffarel; Douglas, Acássio, Renato Tilão e Felipi; Leonardo, Jeferson Mikimba, Márcio Reis e Ariel (Chimbica);
 Lourival (Lucas) e Edivaldo (Anerson). Técnico: Edson Maehler.
Local: Estádio Vermelhão da Serra.

quarta-feira, 16 de março de 2011


Esporte | Publicado em 16/03/2011 05:11:03

Gaúcho x Fifa

Entidade máxima do futebol intima alviverde a pagar 96 mil euros por dívida com clube Paraguaio
Se dentro de campo a vida do Sport Club Gaúcho não está nada fácil, já que o clube não somou nenhum ponto em nove disputados, fora das quatro linhas a situação parece ficar pior a cada dia. Na semana em que vai tentar a anulação do leilão de sua sede, o clube recebe uma intimação da Fifa, com a determinação do pagamento ao General Diaz do Paraguai os direitos de equipe formadora do zagueiro Javier.
O zagueiro esteve no Gaúcho em 2007, onde após um longo período para regularização de sua documentação, atuou em poucas partidas e foi embora. Mas segundo o comunicado da Fifa, o Gaúcho vendeu o jogador para o exterior, e não repassou os 5% referentes ao clube formador do atleta, o Club General Diaz. Assim, o alviverde tem 30 dias para efetuar o pagamento de 96 mil euros junto à Fifa, para que a entidade repasse ao time paraguaio. Já na tarde de ontem Gilmar Rosso, presidente do Gaúcho, entrou em contato com o departamento jurídico da Federação Gaúcha de Futebol, onde pediu auxílio no caso. “Recebemos isso hoje, vamos ver o que podemos fazer. Vamos procurar documentos da época, vamos tentar alguma coisa”, disse o presidente.


 A/C SC GAÚCHO
Prezado Presidente:
Encminhamos expediente da FIFA a seguir para Vossas Providências.
Atenciosamente, 
Francisco Novelletto Neto
Presidente FGF



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: carlos eugenio <carlos.eugenio@cbf.com.br>
Data: 10 de março de 2011 16:12
Assunto: Fwd: Jogador - Javier Antonio Cohene Mereles
Para: Federação Gaúcha de Futebol <rs.presidencia@cbf.com.br>



Rio de Janeiro, 10 de março de 2011.





ILMº. SR.
DR. FRANCISCO NOVELETTO NETTO
DD. PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL


Senhor Presidente,


                   Solicitamos a V.Sa. o obséquio de suas providências no sentido de dar ciência ao Club Sport Gaúcho, do anexo expediente enviado pela FIFA, datado de 7 de março corrente,   relacionado à cobrança de “training compensation” efetuada pela Associação Paraguaia de Fútbol, Club Sol de Mayo, Club Pirayú e Club General Diaz a seu filiado,   decorrente da transferência do jogador Javier Antonio Cohene Mereles.

                   Aproveitamos a oportunidade para renovar nossos protestos de elevada estima e distinta consideração.

                           

Carlos Eugenio Lopes
Diretor Jurídico

terça-feira, 15 de março de 2011








15/3/2011
Postado por: Kleiton Vasconcellos







ALVIVERDE
Na visão pessimista das coisas, a situação do Gaúcho é preocupante, pois perdeu três e agora pega o Glória, que é bom. Mas na visão otimista, o Gaúcho só pegou pedreira e pode se recuperar ou contra esse mesmo Glória no Vermelhão ou contra o Atlético, domingo, também em casa. Na minha visão: nada foi ganho, mas nada está perdido...

segunda-feira, 14 de março de 2011


Acréscimos
Segunda-Feira, 14/03/2011 por Marcelo Alexandre Becker

Gaúcho 1 – um outro campeonato

Depois da derrota de ontem ficou ainda mais claro que a Segundona para o Gaúcho se resume na disputa com Riopardense, Guarani de Venâncio Aires e Atlético de Carazinho. O time comandado por Ricardo Attolini é melhor que os rubro-negros, e tem condições de enfrentar de igual para igual o Riopardense. Assim, ficando na frente de dois destes três times evita o rebaixamento, e se classifica para a segunda fase.

Gaúcho 2 – se jogar como no clássico, não cai!

Mas com nenhum ponto conquistado em nove disputados, a diretoria e comissão técnica do Gaúcho terão um trabalho importantíssimo pela frente: manter o grupo de jogadores com ânimo para brigar com Riopardense, Guarani e Atlético de Carazinho. Escrevo aqui mais uma vez: se o alviverde jogar contra estes adversário com a intensidade que enfrentou o Passo Fundo, não cai!

Gaúcho 3 – hora do torcedor

Nos momentos difíceis que o verdadeiro torcedor aparece. E como tenho certeza que a torcida do Gaúcho é apaixonada pelo seu time, quarta-feira, 20h30 contra o Glória no Vermelhão da Serra, é obrigação de termos um bom publico. O ingresso custará só R$ 5.

Gaúcho 4 – partida fora de campo

Como disse o presidente Gimar Rosso, o grande jogo do Gaúcho será disputado na quinta, no tribunal em Porto Alegre. Caso o alviverde consiga a anulação do valor do leilão do Wolmar Salton, o alviverde ficará muito perto de ter sua sede novamente.

sábado, 12 de março de 2011

AÇÃO DE ANULAÇÃO DO LEILÃO DO WOLMAR SALTON

RS - JUSTIÇA ESTADUAL - DISPONIBILIZADO EM : 10/03/2011
PORTO ALEGRE
6.CAMARA CIVEL
EDITAL 3/2011

FAÇO PÚBLICO, PARA CONHECIMENTO DOS INTERESSADOS, QUE, NA TERCEIRA SESSÃO DA SEXTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, A REALIZAR-SE NO DIA 17.03.2011, QUINTA-FEIRA, AS 14 HORAS, OU DENTRO DOS 15 DIAS SUBSEQUENTES (ART.175 DO RITJ), SERÃO JULGADOS OS SEGUINTES FEITOS, NA SALA DE SESSÕES N° 948, NO 9° ANDAR, QUE SERÁ ABERTA AS 12H30MIN PARA A SOLICITAÇÃO DAS PREFERÊNCIAS, QUE SERÃO TOMADAS, IMPRETERIVELMENTE, ATÉ AS 14 HORAS, OU SEJA, ATÉ O INÍCIO DA SESSÃO, DE ACORDO COM O ART.177, § 1° DO REGIMENTO INTERNO DESTE TRIBUNAL. A SESSÃO TERÁ A SEGUINTE COMPOSIÇÃO: DES. LUIS AUGUSTO COELHO BRAGA DES. ANTONIO C. PALMEIRO DA FONTOURA DES. NEY WIEDEMANN NETO RELATOR: DES NEY WIEDEMANN NETO
APELACAO
70034803437 (CNJ: 68058-02.2010.8.21.7000) - RESPONSABILIDADE CIVIL - 3. VARA CIVEL - PASSO FUNDO (10900107558) - SPORT CLUB GAUCHO (ADV(S) PATRICIA ALOVISI, ANA VALERIA DE OLIVEIRA, MICHEL DIAS DE ASSUMPCAO, JULIANA PERETO), APELANTE; ALEXSANDRO PAZ DIKEH, SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS APELADO(A).

A Partida mais importante da vida do Gaúcho


Disputa no tribunal

Mas apesar da importância do jogo diante do Avenida, o presidente do Gaúcho, Gilmar Rosso, falava da “partida mais importante da vida do Gaúcho”, que será jogada fora de campo.
Na próxima quinta-feira, às 14 horas em Porto Alegre será julgado o pedido de anulação do cálculo do leilão da sede do clube, que foi arrematada por R$ 1 milhão.  “Este será o dia mais importante do passado, do presente e do futuro do Gaúcho. Estamos esperançosos de termos uma decisão favorável. A Patrícia (Patrícia Alovise, advogada do clube) que está fazendo um ótimo trabalho pelo Gaúcho estará comigo no Tribunal de Justiça ”, disse Rosso.








Trabalhando muito

No estilo “prancheta do Joel Santana”, Ricardo Attolini orienta, para, orienta, reclama, faz de tudo para o Gaúcho pontuar contra o Avenida, neste domingo às 18h30, em Santa Cruz




































Créditos : Marcelo Alexandre/ON
Marcelo Alexandre Becker/ON

Com duas derrotas em dois jogos, o Sport Club Gaúcho tentará marca os seus primeiros pontos longe de Passo Fundo. O desafio do alviverde será em Santa Cruz, contra o bom time do Avenida, neste domingo às 18h30.
Para o confronto o técnico Ricardo Attolini não terá o zagueiro Djonatan, que se contundiu na partida de estreia do time na Segundona, quando o Gaúcho foi derrotado pelo Riopardense em Rio Pardo, e o voltante Cristian, que saiu contundido do clássico que teve a vitória do Passo Fundo por 1 x 0. Assim, o técnico está tendo bastante trabalho para ajustar o sistema defensivo de sua equipe. No coletivo realizado na tarde de ontem no campo da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia da Universidade de Passo Fundo, o treinador trabalhou bastante: orientou seus jogadores, ensaiou jogadas, corrigiu erros de posicionamento, esbravejou a cada passe errado, tudo para que o time possa fazer um bom jogo em Santa Cruz, e pelo menos conseguir pontuar contra o Avenida. Para esta partida o zagueiro Didi deve fazer sua estreia, mas o meia Toldi terá que esperar um pouco mais, já que seu nome não apareceu no Boletim Informativo Diário da Confederação Brasileira de Futebol, assim não tem condições legais para atuar.
Com isso Ricardo Attolini deve escalar para enfrentar o Avenida os seguintes atletas: Anderson; Ivan, Gamarra, Didi e Sérgio; Marcelo Danilo, Sertão, Lauro e Marcelo Bela.
Já o Avenida deve jogar com: Rodrigo Feijão; Teda, Darzone, Marcio Nunes e Gustavo; Bocha, Lazzari, Chiquinho e Japa; Everton e Severo. Técnico: Beto Campos.





A noite das mariposas

09/03/2011
A cidade está escura, agora. Anoiteceu em Passo Fundo e, no abandono do Estádio Wolmar Salton, o negro da atmosfera é ainda mais pesado. Há quatro anos, as noites do colosso lacrado do Bairro do Boqueirão recebem sinfonias de grilos que saltam livremente entre uma touceira e outra. A luminescência intermitente que você vê despontar no meio do mato cerrado – que um dia foi campo de jogo – é a de um vaga-lume, desconcertado com a quietude do local. Não tem havido luz, ali, nesses quatro anos desde que o Gaúcho foi despejado de sua casa – e as mariposas atraídas por refletores não voavam mais para ver o alviverde mandar um encontro em Passo Fundo. Até a sexta-feira de Carnaval de 2011.
Na noite em que o Gaúcho voltou à sua cidade, ainda fora do Wolmar Salton, o vento que soprava frio aconselhava as meninas de pouca roupa a encontrarem álcool e romance para superar a primeira madrugada carnavalesca, rodopiava para assustar o índio mais desprevenido que saíra de casa metido numa regata, e se dissipava sobre o fervor do Vermelhão da Serra. Na noite em que o Gaúcho voltou à sua cidade, entrou em campo como mandante de um jogo na cancha do rival e sua torcida ocupou os lances de arquibancada destinados aos locais, encimada por mariposas saudosas. Assim será por toda a Segundona, talvez sem as mariposas nos jogos diurnos, neste ano que traz o regresso do alviverde a Passo Fundo depois de duas temporadas fechado e outra em Marau.
Mas na sexta-feira passada, ser local no Vermelhão da Serra e quebrar quatro anos de orfandade ainda tinha uma ironia fina: a estreia do Gaúcho “em casa” foi justamente contra o Passo Fundo. Espremidos com algum rancor na curva que vai dar atrás de uma das goleiras, canto sempre reservado à torcida visitante, os apoiadores do time vermelho sorririam no fim da noite com a vitória. O um a zero nasceu de um passe errado da defesa do Gaúcho, uma interceptação de Sertão e um toque certeiro para Piccinini, sem marcação num raio de quilômetros, açoitar com o gol a liberdade de sonhar dos alviverdes. Isso foi no segundo tempo, na altura do décimo minuto, e qualquer coisa que se diga sobre o Gaúcho ter duas derrotas em duas rodadas e confirmar expectativas negativas encontra oposição nos fatos.
O clássico Ga-Pas foi parelho dentro de campo como não pode ser fora dele. Em melhor situação financeira, o Passo Fundo tem no elenco jogadores que há um ano posavam nas fotos do rival desacreditado. Alguns nomes receberam propostas de salário quatro vezes maior do que o Gaúcho conseguiria pagar batendo a cabeça no teto de suas condições. Sem dinheiro para muitas soluções alternativas, a pequena diretoria precisou lançar desafios aos jogadores cogitados. O bom goleiro Anderson, por exemplo, só vestiu a 1 do Periquito na sexta-feira e parou as investidas rubras porque muito antes concordou com os termos que lhe sugeriram – só receberia se alcançasse a vaga de titular. Ascendeu ao posto de arqueiro principal e hoje ganha os religiosos seiscentos reais determinados como limite individual na folha de pagamento do clube.
Para equilibrar as chances criadas e o futebol apresentado no clássico, os de verde e branco precisaram de mais sacrifícios. Pediram o adiamento do jogo marcado inicialmente para quarta-feira, perdendo público e renda para as farras de Carnaval, mas dando tempo para que algumas inscrições de atletas fossem regularizadas pelos boletins informativos necessários. Na rodada inaugural, a lentidão da burocracia obrigou o Gaúcho a alistar para a guerra oito jogadores da base e o time caiu por 3 a 2 para o Riopardense num embate de muitos caminhos. O Avenida, considerado o time mais forte da chave antes da largada do campeonato, aguarda em Santa Cruz do Sul para a próxima partida.
Em geral, projeta-se a recuperação do Gaúcho partindo da quarta rodada – restarão então nove duelos, dois terços deles em Passo Fundo. Até aqui, o time é lanterna da chave e seria rebaixado. Os resultados, contudo, são secundários no momento do clube. O projeto de sobrevivência do Periquito independe da divisão, apesar das dificuldades que seriam aumentadas, e não fazia sentido temer a Terceirona com o futebol daquela sexta-feira. Após a derrota magra para o rival, o presidente Gilmar Rosso apontou as arquibancadas ainda cheias de torcedores que agora se dirigiam para a saída, e disse: “isso é uma vitória”. A seguir, pediria para repórteres locais fotografarem a placa do Banrisul atrás da goleira, como prova de que estivera lá mesmo – exigência desconfiada da FGF para repassar as verbas de patrocínio.
A vitória do Gaúcho foi voltar para Passo Fundo. Estar novamente nos braços dos seus torcedores. E uma olhadela rápida para as arquibancadas entre um e outro carrinho dos seus representantes mais aguerridos revelava a importância disso. Havia um sem-número de meninos e meninas na torcida alviverde. Crianças pequenas demais para entender qualquer coisa de futebol em 2007, quando o clube perdeu o Wolmar Salton e fechou – e que não teriam contato com o Gaúcho se ele permanecesse apagado. Talvez elas nunca se lembrem com exatidão que estiveram no Vermelhão da Serra na noite de 4 de março de 2011, mas saberão que foram carregadas para lá por algum familiar que vira o Gaúcho antes. E só entenderão o que é ser alviverde se forem tocadas pela paixão neste momento da vida.
É uma sucessão complexa e infalível de pequenos fatos. Não se trata de borboletas que batem asas numa parte do mundo e provocam furacões do outro lado do globo. Mas, enquanto mariposas baterem suas asas sobre um campo onde jogar o Gaúcho, é certo que logo abaixo haverá uma bandeira alviverde tremulando na mão de um guri. E aí, haverá também futuro.
Aqui, mais fotos.
Hay que llenar el corazón,
Maurício Brum

terça-feira, 8 de março de 2011

No fim, levarei tua alma

No fim, levarei tua alma

Jogadores do Atlético Carazinho após gol sofrido na campanha de 2010. Clube é um dos favoritos ao rebaixamento à Terceirona neste ano.
Anuncio de cara para não ser considerado herege: começarei citando um exemplo da Primeira Divisão. Prometo que logo enredo pela Segundona e até vou além. Acompanhem-me sem medo, os fios soltos logo se juntam.
Numa noite do início de fevereiro, pelo Gauchão, o São Luiz recebeu o Grêmio em Ijuí. Os jogos contra a Dupla Gre-Nal, tu sabes, são a maior razão da sobrevivência do Estadual e formam a esperança de cada clube menor quanto a uma renda que permita equilibrar as contas. Indiretamente, a ilusão de um dia ter um jogo desta magnitude diante de si também move as torcidas na Segundona. É muito mais que a bilheteria: a cidade e a equipe local ganham divulgação, a venda de camisas aumenta, a Copa se torna uma fonte de reais onde quase é possível ouvir aquele barulho de caixa registradora a cada garrafa esvaziada – e ainda há uma chance de fazer história.
Também é, no entanto, o jogo dos aproveitadores. Em Ijuí, cidadãos de respeito mas pouco assíduos à cancha congestionavam as linhas telefônicas do clube pedindo entradas grátis para familiares e amigos. Reclamavam diante das negativas com injúria, embora provavelmente fossem pisar no estádio para torcer pelo Grêmio. Um pouco abaixo das cadeiras cobiçadas por estes, nas arquibancadas apareciam uns forasteiros carregando grandes isopores com litros e litros de refrigerante, oferecendo as bebidas para saciar a sede do público calorento. Eram vendedores clandestinos. Enquanto Mário Fernandes puxava um ataque do Grêmio, via-se o presidente do São Luiz, Sadi Pereira, correr escada abaixo para acionar o policiamento e acabar com a irregularidade.
O medo do time ijuiense de perder uns cobres para um par de mal-intencionados é apenas uma faceta da realidade inquestionável que se abate sobre quase todo o interior. Mesmo na Primeira, onde as cotas de participação são absurdamente maiores que na Segundona, os pequenos periclitam. Dívidas antigas assombram. Em Santa Maria, o Inter antecipou verbas até onde pôde. É, junto com o São Luiz, um dos quatro clubes mais cotados para cair. Os outros são Santa Cruz e Porto Alegre, e apenas este, que é da Capital, não tem torcida e é bancado pela família Assis, pode se considerar tranquilo em termos financeiros. Talvez o irmão de Ronaldinho não tenha recebido ligações avisando da situação do time para fazer algo, talvez ele simplesmente não se importe.
Pois bem. Vamos à Segundona, onde é mais fácil tingir uma camisa de sangue do que colocar nela o nome de um patrocinador. Neste ano, a FGF concedeu algumas migalhas aos clubes – um apoio na confecção do material esportivo e trinta mil reais por conta da Claro. Na reunião que definiu o regulamento de 2011, pode ser que o agrado da Federação tenha pesado para a ideia da recriação da Terceirona passar. Decidiram que ela voltaria e não houve mais tranquilidade no sul do mundo. Presidentes de clubes acostumados a entrar apenas pela vontade de ver o time atuando agora tinham que correr meio desesperados atrás de contratações mais caras do que o habitual.
A preocupação tirou o sono de dirigentes nas manhãs em que seus elencos despertavam bem cedo para mais uma bateria de treinamentos da pré-temporada, e aquele parecia ser o único aspecto positivo da volta do terceiro escalão: os clubes mais fracos deveriam se obrigar a entrar para disputar algo. Tiraria o comodismo, diziam alguns. Esta, entretanto, é apenas a visão tida desde o plano dos acontecimentos imediatos – que não passa de uma ilusão na qual as coisas muito erradas parecem decentes. Mesmo o mais abnegado dirigente cuja solitária intenção reside em observar a equipe de seus amores jogar simplesmente, sem ambições maiores, não monta um time fraco por desleixo.
Em certos casos pode haver incompetência, de fato, mas equipe alguma desempenha de propósito um papel como, por exemplo, o do Atlético Carazinho. Os carazinhenses estiveram entre os lanternas das duas Segundonas e das duas Copinhas que disputaram desde a retomada de seu futebol por sofrerem do mesmíssimo problema que atormenta noventa por cento dos clubes do campeonato – a falta de recursos. Não é raro ouvir relatos de dirigentes que, com alguma ingenuidade, acreditaram em patrocínios regionais para manter a equipe e terminaram precisando tirar do próprio bolso para pagar os salários do elenco.
Quiçá Brasil de Farroupilha, com os investimentos recentes, Brasil de Pelotas, que apesar de endividado sempre terá sua torcida gigante e mais destaque midiático que qualquer outro interiorano, e União Frederiquense, sustentada pelo ânimo da novidade que costuma motivar a comunidade e o empresariado no início, sofram um pouco menos. Fora eles, restam casos escassos. Os demais clubes do interior têm contas vencidas e poucas alternativas para obter receitas – na elite e na Segundona. Há espaço para a Terceirona? Não da maneira como o futebol gaúcho tem sido levado.
Se o teu clube tem dificuldades para se aguentar em pé, o rebaixamento de 2011 pode significar o sumiço dele por um bom tempo. O interior não tem estrutura para mais um nível abaixo. Não à toa, o Gauchão deste ano é aquele com menor proporção de interioranos desde 1962 – apenas nove das dezesseis equipes são de fora da Região Metropolitana. A Terceira Divisão serve muito provavelmente àqueles que sonham em fazer dinheiro num cenário como São Paulo, onde a falência dos clubes tradicionais possibilitou que equipes de empresários – ou encampadas por eles – pegassem o vácuo dos clubes históricos caídos. Muitos deles têm centros de treinamento e estádios melhores que os nossos. Mas, lá, todas as arquibancadas são vazias.
Criar divisões inferiores é artifício para quem tem um mundo de equipes estruturadas e pouco lugar para elas. Nós temos tudo por fazer – e não devemos sonhar com clubes de empresário. A Terceira Divisão, no Rio Grande, é um calabouço condenado a durar poucos anos, como já foi no passado. Não trará motivações para os envolvidos nela. É, muito mais – e isto parece evidente – uma opção da FGF para enxugar a Segundona e tentar torná-la mais lucrativa para quem ficar ali. Só que isto às custas de um método que deliberadamente provocará o fechamento de muitas equipes menores, sem qualquer condição de se manter no inferno.
É como se a FGF gritasse para estes times que tanto incomodam uma frase que se ouve numa música do cantor argentino Piero: “que se vayan ellos”. Que eles vão embora de uma vez, clama o regulamento da Segundona 2011. Na música, porém, a sequência acaba revelando a combinação: “que se vayan ellos (...) / los que te mataron”. Que alguém vá embora, sim, mas que sejam os responsáveis pela nova Terceirona – logo mais culpados pela morte de outra parcela do interior.

segunda-feira, 7 de março de 2011

O GAÚCHO JAMAIS MORRE


Acréscimos
Domingo, 06/03/2011 por Marcelo Alexandre Becker

  • Clássico I
Grande jogo na noite de sexta-feira no estádio Vermelhão da Serra. Tanto o Gaúcho, como o Passo Fundo buscaram atacar desde o primeiro minuto. Prova disso foram as ótimas atuações dos camisas 1, Anderson, do Gaúcho, e Souza do Passo Fundo. O Passo Fundo venceu o jogo pois soube aproveitar a chance clara que teve. Se jogarem contra os demais adversários com a intensidade que se enfrentaram, tenho convicção que ambos se classificam para a segunda fase.
  • Clássico II
Apesar do jogo ter sido num sexta-feira à noite, foi bom o público no Vermelhão. As cerca de quatro mil pessoas que foram ao estádio saíram satisfeitas. Os torcedores do Tricolor mais felizes, pois viram o seu time vencer o jogo, mas a torcida do Gaúcho, apesar do resultado, saiu orgulhosa de ver que, como sempre, tem um time valente, e que vai evoluir no campeonato.
  • Clássico III
Quero deixar aqui os parabéns para os preparadores físicos de Gaúcho e Passo Fundo. O que os dois times correram no clássico é digno de registro. Segunda rodada da competição e os dois times estão voando! Então, parabéns Orlei, preparador físico do Gaúcho, e Claudinei, do Passo Fundo. Aí está a prova de que existem bons profissionais no futebol do interior.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Hoje tem clássico Ga-Pas no Vermelhão


Hoje tem clássico Ga-Pas no Vermelhão
Após quase um ano, SC Gaúcho e EC Passo Fundo voltam a disputar o clássico Ga-Pas, que vale pela Segundona. Jogo inicia às 20h15 no Vermelhão da Serra

Voz da experiência
Um dos jogadores mais experientes do grupo do Gaúcho, e por isso capitão do time, o meio-campo Danilo diz que o Ga-Pas veio em uma boa hora para o Alviverde. “Nós iniciamos perdendo e vencer agora nos serve como motivação”. Danilo ainda diz que “nosso time agora é de uma gurizada muito boa, diferente de 2010, que era uma equipe mais experiente”.



Os ingressos custam R$10 nas arquibancadas e R$20 nas cadeiras. Locais de venda: postos Esso Morom e Ipiranga Brasil, além da loja Pés Calçados. Mulheres e crianças não pagam.


Acesso
Como o Gaúcho é o mandante, a sua torcida deve entrar no Vermelhão pelo portão principal. Já a torcida do Passo Fundo terá como acesso o portão lateral (antiga piscina). Nas arquibancadas, os simpatizantes do Tricolor serão alojados no espaço dos visitantes. As cadeiras (setor social) ficaram para os torcedores do Passo Fundo.



(Danilo, meia e capitão do Gaúcho / FOTO KLEITON VASCONCELLOS)

Gaúcho X Passo Fundo

Gaúcho X Passo Fundo:

Clássico Gaúcho x Passo Fundo apresenta duelo entre o Sertão do alviverde e o Sertão do Tricolor, hoje às 20h15, no Vermelhão da Serra