terça-feira, 28 de maio de 2013

RAZÃO OU EMOÇÃO ?



EXEMPLO :

A final de 2013 da  Liga dos Campeões pode ser vista como o final Irônico de uma história que começou há 10 anos .

Em 2003, quando estava à beira da falência e sem conseguir pagar salários , o Dortmund recebeu empréstimo de 2 milhões de euros do Bayer .Ganhou fôlego extra no LONGO processo de reconstrução do clube .
  
Após o título alemão de 2002, o terceiro de sua história, o Borussia passou a afundar na crise.

Contratações milionárias que não deram certo haviam quebrado o clube pouco a pouco, aumentando a dívida e causando a venda do Westfalenstadion, arena do time. 

O presidente do Dortmund, Hans-Joachim Watzke, nega que o empréstimo do Bayern tenha "salvado" a equipe. Mas os dirigentes em Munique gostam de lembrar do episódio mesmo assim, apimentando ainda mais a decisão.


A crise do Borussia causou uma revolução no modo de pensar futebol do clube. No ápice dela, em 2005, todos os funcionários tiveram seus salários cortados em 20%. 


Desde então, a diretoria se concentra em uma política de contenção de despesas, desenvolvimento de jogadores na base e contratações de jovens promessas pelo mundo, sem gastar muito – a exceção foi a contratação de Marco Reus, por 17,1 milhões de euros. 


Já o Bayern desembolsou 37 milhões de euros para tirar o astro Mario Götze do Dortmund na próxima temporada.


A política do Dortmund não deu resultados imediatos. 


O clube passou longe das primeiras posições em 2005/06, mas lucrou com as vendas de Odonkor ao Betis, e Rosicky ao Arsenal. 


Nos dois anos seguintes, o time chegou a brigar contra o rebaixamento. 


Mas a confiança no modelo de trabalho foi mantida, e com a chegada do técnico Jürgen Klopp em 2008, a equipe retomou o caminho do sucesso.


Leandro Miranda 
Terra

segunda-feira, 27 de maio de 2013

AOS CRÍTICOS DE PLANTÃO, ABRAHAM LINCOLN  DEDICOU :




quarta-feira, 22 de maio de 2013

MATÉRIA NA ZH

Gaúcho de Passo Fundo inicia returno na esperança de fugir do rebaixamento

Zero Hora - 22.05.2013
Fernando Goettems

Lanterna da Série A-2, clube jogou oito partidas e perdeu todas até agora no Gauchão

Com oito derrotas em oito jogos na Série A-2 do Gauchão 2013, o Gaúcho de Passo Fundo amarga na última posição do campeonato e vê a Série B do próximo ano na linha do horizonte, lugar onde já esteve e subiu em 2012. O clube já mudou de técnico duas vezes este ano, dispensou jogadores e não conseguiu repetir o mesmo time em nenhum jogo do campeonato.

Ricardo Attolini iniciou a competição no comando do Gaúcho, perdeu os cinco primeiros jogos e foi dispensado. Com ele, oito jogadores foram demitidos. Depois, o time ficou sob o comando do experiente Sandro Sotilli, que também atua dentro das quatro linhas na equipe, e um colegiado, formado pelo presidente Gilmar Rosso e a comissão técnica. Foram dois jogos e duas novas derrotas neste formato.

Por fim, chegou ao clube o treinador Paulo Afonso Moreira Coelho, o Leco e mais cinco reforços, além da promoção de quatro garotos da base ao grupo principal. Na última partida do primeiro turno, contra o Aimoré, a oitava derrota: 2 a 1. Até aqui, o Gaúcho marcou apenas seis gols e levou outros 20. Saldo negativo de 14 gols.
— Tivemos pelo menos cinco jogadores lesionados durante a maior parte do campeonato. A maioria dos gols foram falhas nossas. Não há nenhum problema extra-campo, não há atrasos de salário, nada disso. As coisas não tem acontecido para o Gaúcho, esta é a realidade — observa o presidente do clube, Gilmar Rosso, 54 anos.

Pelo regulamento da competição, os três piores times caem para a Série B. Se o campeonato terminasse hoje, estariam nesta lista o Gaúcho, lanterna, sem nenhum ponto marcado, Guarany de Camaquã, com três pontos e o União Frederiquense, com cinco pontos. Os três times estão no grupo B da competição

A partir desta quarta-feira, quando inicia o segundo turno, a equipe de Passo Fundo terá uma nova chance de reabilitação no campeonato, às 15h30min, no confronto com o Riopardense, em Rio Pardo. Com nove pontos na tabela de classificação, a equipe também é ameaçada pelo rebaixamento.
Presidente do clube desde 2010, Rosso tem uma explicação para o fracasso do time em campo. Segundo ele, as atenções do Gaúcho estão voltadas para o ano de 2018, data marcada para a inauguração de um novo estádio. A grande parte do dinheiro que entra no caixa, é destinado para esta finalidade, de acordo com Rosso.

- PODERÍAMOS INVESTIR MAIS DINHEIRO, FAZER UM GRANDE PLANTEL E SUBIR PARA A ELITE.E DEPOIS ,COMO MANTER? OS TIMES SOBEM EM UM ANO E CAEM UM OU DOIS ANOS DEPOIS.. NÃO FAÇO LOUCURAS ,NÃO GASTO O QUE NÃO TENHO. O CLUBE ESTÁ JOGANDO E O PROJETO É 2018 - SALIENTA O PRESIDENTE .

— Um clube sem estádio, como o Gaúcho, perde sua identidade. Assumi o Gaúcho com R$ 6 milhões em dívidas. Hoje, não devemos para ninguém. Mas agora nossa prioridade é o estádio. E sempre há a possibilidade de revertermos a situação. Por isso vamos com tudo neste segundo turno.

Sotilli, a esperança de salvação

Com uma folha salarial modesta, cerca de R$ 25 mil ao mês, o plantel do Gaúcho é formado por 23 jogadores, mais a comissão técnica. Sotilli, a grande estrela do grupo, tem parte dos salários pago pelo clube e parte por um patrocinador. Aliás, é no atacante que reside boa parte das esperanças do Gaúcho para se salvar do rebaixamento.
— Nunca tinha trabalhado com ele. Mas logo vi que é um jogador comprometido. Agora estamos arrumando a nossa defesa, porque no ataque temos qualidade, com o Sotilli, o Adilson e outros jogadores. Acredito que esse reinício será mais difícil, até sairmos dessa situação ruim — observa o técnico Leco, que já teve passagens pelo Guarani de Bagé, Aimoré e o Riopardense.
O atacante de 39 anos quer esquecer o primeiro turno. Lesionado, ele só atuou em dois jogos até agora e marcou dois gols.
— Nunca havia acontecido uma situação dessas na minha vida, de perder tantos jogos. Mas agora começa outro campeonato e eu estou a disposição. Precisamos vencer e chegar ao mata-mata. Nosso time é bom, mas as coisas, por enquanto, não deram certo — salienta Sotilli.




sábado, 11 de maio de 2013

SOMOS SPORT CLUBE GAÚCHO 95 ANOS

SPORT CLUBE GAÚCHO    12.05.1918 










O Sport Clube Gaúcho lamenta o falecimento do Dr. Jenoino Tonial, Advogado e Conselheiro do Gaúcho .
Prestamos nossa solidariedade à família e amigos do Dr.Jenoino Tonial .

" Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte , não temerei perigo algum , pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem  - Salmos  23:4 "

quarta-feira, 8 de maio de 2013


Gaúcho reformula equipe para o segundo turno


Publicada em: 07/05/2013 -

Jornal O Nacional 


Leco: preparando a recuperação

Depois de uma péssima campanha no primeiro turno da Série A-2, o Sport Club Gaúcho está reestruturando sua equipe. 

A proposta, segundo o presidente Gilmar Rosso, é alterar o que está errado e buscar novas alternativas para a segunda fase do campeonato, a Divisão de Acesso. “Vamos reorganizar a casa, juntar os cacos e começar do zero”, explicou. 

Já contando com Leco no comando técnico, o elenco do Gaúcho passa por mudanças. Isso significa a saída de jogadores e novas contratações. Ontem seis jogadores deixaram o clube. O primeiro foi Diego Salini, lesionado na estreia e sem chances de recuperação rápida.

Com a saída de seis jogadores, outros estão chegando. Alguns jogadores da Série A, que estavam acertados, acabaram desistindo. Isso, certamente, pela péssima campanha do Gaúcho. Mas o clube acerta a vinda de reforços. Duas contratações seriam pontuais: um volante e um meio-campista.

Agora o técnico Leco terá mais de duas semanas para definir a equipe, moldar ao seu estilo e preparar para o segundo turno. O primeiro compromisso será dia 22, com o Riopardende em Rio Pardo.



segunda-feira, 6 de maio de 2013

SPORT CLUBE GAÚCHO: CASA PRÓPRIA

SPORT CLUBE GAÚCHO: CASA PRÓPRIA: Em busca de bons resultados  e prioriza a casa própria por Luiz Carlos Schneider/ Jornal O Nacional  Nos últimos anos, entre al...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

4 Anos de Apoio ao SC Gáucho

1/5/2013
SC GAÚCHO
Parceria com Sicredi é renovada

Instituição estampa sua logomarca na camisa nº5 do Alviverde. 
Em contrapartida, Sport Club Gaúcho depositará no Sicredi os recursos para a construção do seu estádio.


Enquanto busca a recuperação dentro de campo na Série A2, o Sport Club Gaúcho também trabalha fora de campo. Desta forma, a direção segue costurando parcerias que viabilizem o funcionamento da agremiação. E, na tarde de terça-feira, 30, ocorreu a assinatura do contrato entre o Alviverde e o Sicredi. 

O compromisso firmado trata do patrocínio da camisa nº5, que levará a logomarca do Sicredi. Em contrapartida, o SC Gaúcho utilizará os serviços financeiros da instituição, depositando no
Sicredi os recursos a serem utilizados na construção do seu  novo estádio.

De acordo com o diretor-presidente do Sicredi Planalto Médio RS, Ari Rosso, a celebração do contrato é motivo de alegria. “Estamos realizando mais uma parceria em 2013, que, como toda parceria, tem que ser boa para as duas partes”. 

Ari Rosso também explicou que “somos uma instituição financeira cooperativa, buscamos participação no mercado e temos preocupação com as ações sociais. Entendemos que o esporte é uma ação social que tem muitos dos princípios do cooperativismo, da ajuda mútua e do trabalho em equipe”. 

Para Gilmar Rosso, presidente do SC Gaúcho, “nos últimos quatro anos trabalhamos muito para resolver os problemas. Agora, estamos depositando no Sicredi todo o valor que temos para construir o nosso estádio”. 
Além de Ari Rosso e Gilmar Rosso, a assinatura do contrato contou também com Denílson Webber, gerente da unidade Centro do Sicredi.

Kleiton Vasconcellos / Jornal Diáro da Manhã

quarta-feira, 1 de maio de 2013


Leco é o técnico do Gaúcho

O novo comandante da equipe foi confirmado pelo presidente Gilmar Rosso

 Leco é o novo treinador do Sport Clube Gaúcho. Ele foi confirmado, hoje, pelo presidente Gilmar Rosso. Leco é aguardado no final da tarde para ser apresentado ao grupo de jogadores, no campo da UPF.
Paulo Afonso Moreira Coelho, mais conhecido como Leco, nasceu em Bagé em14 de Maio de 1962. Com atleta, jogou nas categorias de base do Grêmio Bagé, onde iniciou em 1979. Jogou pelo Caxias de 1985 a 1989, depois passou Cascavel-PR, Inter-SM, Esportivo, Brasil-PE, Pelotas, Guarany-BA, Farroupilha de Pelotas, Aimoré e Bagé.

Como treinador, Leco teve importante passagem Guarany de Bagé, onde foi campeão da Divisão de Acesso em 2006, bicampeão da cidade, em 2010 e 2012. Também comandou o 20 de Setembro de Uruguaiana, Cachoeira, São Paulo de Rio Grande e Três Passos.