sábado, 3 de dezembro de 2011

Nota de esclarecimento





Nota de esclarecimento


O Sport Clube Gaúcho, no intuito de esclarecer a opinião pública em geral e em particular a ansiosa família alviverde, vem expor a real situação de sua demanda com relação ao Estádio Wolmar Salton.

Há mais de 15 anos o Sport Clube Gaúcho responde uma Ação Indenizatória, movida em seu desfavor por um jovem que se acidentou em uma de suas piscinas, a qual se encontra em fase de execução. Cuja demanda não se discute se justa ou não, pois essa fase está superada na Justiça. Em 2007 houve a arrematação do patrimônio do Clube, por isto, nesse ano o Clube, sem renda e sem patrimônio, parou de pagar ao Exequente a pensão mensal determinada pela Justiça.

A partir de então o Gaúcho iniciou uma luta para anular o leilão que lhe tirou tudo e que entregou o patrimônio ao demandante. O que resultou que Estádio está acéfalo e o parque aquático foi destruído, sem nada render ao credor. Diante dessa situação, o Gaúcho sem patrimônio e o credor sem renda alguma, o Clube, na busca de uma solução, fez proposta ao credor de uma composição. Há aproximadamente 2 anos foi proposto o pagamento de 1 milhão de reais ao credor. A proposta do Gaúcho foi recusada. Passado 1 ano, novamente o Gaúcho buscou uma composição com uma proposta mais ampla, repetindo a oferta de um milhão ou a locação do seu próprio Estádio até a decisão da Ação Anulatória pelo valor mensal de R$ 5.000,00. Igualmente foram recusadas as propostas.

Assim, embora tendo decisões favoráveis junto ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que lhe garantem a exclusão da capitalização dos juros lançados na dívida e a tramitação da Ação Anulatória, o Gaúcho sensibilizado com a situação vivida pelo credor, inconformado e sentindo-se incapaz de ajudá-lo, há cerca de três meses repetiu a oferta de um milhão de reais e nesse mês de novembro reproduziu a oferta, implementando o valor de R$ 1.000.000,00 para o credor e mais R$ 300.000,00 para pagamento do advogado que patrocinou a ação indenizatória, vez que o acerto dos honorários se mostrou com óbice ao acordo.

Registra-se, passados 4 anos do leilão até hoje o credor, que detém a posse do patrimônio, avaliado em mais de 10 milhões de reais, o Gaúcho e os outros tantos credores trabalhistas, nada receberam. Devendo ficar bem claro que o credor da indenizatória obteve a posse do patrimônio do Clube e não passou a usufruí-lo, não tem qualquer benefício decorrente do imóvel, pelo contrário destruiu as benfeitorias. Vemos o Estádio Wolmar Salton ruindo sem cumprir sua função social e o parque aquático criando mosquitos.

O Sport Clube Gaúcho está pronto para uma solução da precária situação e quer fazer uma composição, buscando resolver a grave situação das partes, sem abrir mão de seu direito de existir como Clube, e vem buscando essa solução, sendo sempre rechaçado.

Diante dos fatos, frustrada a luta em busca de um acordo, o Sport Clube Gaúcho decide:
a) continuar com as ações judiciais, a busca da Justiça é um direito inalienável, por não entender ser justo que todo patrimônio do Gaúcho seja entregue a um único credor, cujo crédito está sendo contestado; 

b) que a partir desta data, pois não encontrou eco em sua proposta, passará a investir esforços e a aplicar a arrecadação a ser obtida junto aos apaixonados torcedores, que seria destinada ao pagamento do acordo, na construção de um novo Estádio para QUEM É GAÚCHO.

Por último, a Família Gaúcho lamenta não ter alcançado sucesso em uma composição, a qual beneficiaria a todos, e, em especial, sente-se derrotada na luta de ajudar o credor da indenizatória. Todavia, o Sport Clube Gaúcho tem a convicção de que restará vitorioso nas ações judiciais e terá reconhecido o seu direito, inclusive da IMPENHORABILIDADE de seu estádio, devidamente averbada na Matrícula do imóvel, o Estádio Wolmar Salton.


                            A volta plena das atividades do Gaúcho, mesmo tarde, lhe oportunizará o pagamento de todos os seus credores.

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