terça-feira, 9 de agosto de 2011

Saiu da categoria de base do Gaúcho



Postado por: Marco Antonio Damian






HISTÓRIA

No começo da década de 1960, saiu da categoria de base do Gaúcho um meia-armador que era um luxo. Alto, cabeça sempre erguida para jogar, habilidoso e extremamente técnico. Lançador como poucos. Seus passes à longa distância tinham uma precisão cirúrgica. Era um craque. Até o nome era pomposo. Numa época em que reinavam os apelidos, ele se chamava Wilson Morais. Filho de um antigo goleiro alviverde, depois funcionário do clube e seu massagista, Genovêncio de Morais ou simplesmente Vêncio. Mas Wilson Morais chegando aos profissionais ficou apenas um ano no clube, em 1963. Depois foi jogar no Ferro Carril de Uruguaiana. Em Santa Catarina defendeu o Atlético de Joaçaba, Flamengo de Curitibanos, Internacional e Guarani de Lages. Teve um especial destaque em Santa Maria, atuando no Internacional e no Riograndense. Posteriormente no Floriano de Novo Hamburgo, quando formou um meio de campo de insofismável capacidade técnica. Os hamburguenses se encantavam quando jogavam com a camisa anilada Wilson Morais e Vevé, dois monstros sagrados de um futebol altamente refinado. Wilson Morais jogou tanto no Floriano, que acabou contratado pelo campeoníssimo Metropol de Criciúma. Vestiu ainda a camiseta do Furacão, Atlético Paranaense e, por um breve período, do fabuloso Peñarol de Montevidéu. O ocaso da carreira ocorreu no Sadia de Concórdia.


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